dRMM assina 1º prédio do mundo feito com madeira laminada cruzada

O Maggie's Oldham faz parte de uma rede de centros de apoio para pacientes com câncer

(Tony Barwell/Designboom)

Começou em 1996 a missão de Maggie Keswick Jencks de criar “casas longe de casas” onde pacientes com câncer e seus familiares encontrassem apoio prático, emocional e social gratuitos.

(Alex de Rijke/Designboom)

Atualmente conhecidos como Maggie’s Centres, os endereços já foram assinados por escritórios e profissionais como Foster + Partners, OMA e Frank Ghery. O objetivo é dar forma a ambientes de assistência médica acolhedores e reconfortantes.

(Jasmin Sohi/Designboom)

O mais recente a ser inaugurado, o Maggie’s Oldham tem projeto do dRMM, que escolheu a madeira laminada cruzada (CLT) para estruturar a construção. O prédio é o primeiro do mundo a ser erguido com o material – acredita-se que ele seja tão forte e resistente ao fogo como aço estrutural ou concreto.

(Jasmin Sohi/Designboom)

“Na madeira há esperança, humanidade, escala, calor e o plano inteligente da natureza de absorver carbono. A madeira é um material não-tóxico, versátil, benigno e anticancerígeno. As pessoas gostam de madeira, mas o aço e o concreto são o padrão da indústria”, Alex de Rijke, sócio fundador do dRMM, disse ao Designboom, que publicou o projeto.

(Alex de Rijke/Designboom)

No terreno do The Royal Oldham Hospital, em Manchester, o Maggie’s Oldham é formado por um volume, de madeira de tulipa americana, suspenso por meio de colunas.

(Jasmin Sohi/Designboom)

No centro do nível inferior, onde um jardim foi criado, uma bétula oferece sombra e invade a estrutura superior por meio de uma abertura assimétrica.

(Jasmin Sohi/Designboom)

No interior, o layout aberto e integrado foi priorizado pelos profissionais, que optaram por pintar o piso de amarelo e por instalar iluminação embutida. Para privacidade, cortinas podem ser usadas para limitar os espaços.

(Jasmin Sohi/Designboom)

O projeto também levou em consideração os efeitos psicológicos que os ambientes e paisagens teriam nos pacientes, assim como os efeitos dos níveis de luz e cor.

(Alex de Rijke/Designboom)

“Como as pessoas que fazem quimioterapia às vezes sentem dor ao tocar objetos frios, maçanetas de carvalho foram usadas. O isolamento de fibra de madeira garante um ambiente respirável e saudável enquanto as enormes janelas levam carvalho branco americano”, o dRMM contou.

(Alex de Rijke/Designboom)

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