Henri de Toulouse-Lautrec é tema de nova exposição no MASP

A mostra "Toulouse-Lautrec em vermelho" é a maior exposição dedicada à obra do francês já realizada no Brasil e gira em torno do tema da sexualidade

A condessa Adèle de Toulouse-Lautrec [The Countess Adèle de Toulouse-Lautrec] (Divulgação/MASP)

A vida noturna de Paris, com seus cabarés, cafés, salas de concerto e bordéis, e seus personagens, como prostitutas, boêmios e dançarinos são recorrentes na obra do pintor francês Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901). O artista é o tema da nova exposição do MASP, em São Paulo, que abre para o público no próximo dia 30 (sexta-feira).

Estas mulheres na sala de jantar [These Ladies in the Dining Room] (Divulgação/MASP)

A mostra “Toulouse-Lautrec em vermelho“, a maior exposição dedicada à obra do francês já realizada no Brasil gira em torno do tema da sexualidade, e conta com 75 obras, entre pinturas, cartazes e gravuras, que estão entre as mais emblemáticas do artista. Além de nove obras do pintor que fazem parte da coleção do MASP, a exposição terá empréstimos de importantes museus e coleções particulares, nacionais e internacionais, como Musée d’Orsay, de Paris; Tate e Victoria & Albert Museum, de Londres; The Art Institute of Chicago; National Gallery of Art, de Washington; e Museo Thyssen-Bornemisza, de Madrid.

À la Bastille [Na Bastilha] (Divulgação/MASP)

Toulouse-Lautrec foi um dos artistas centrais da Paris do final do século 19, ao capturar a efervescência noturna da capital que despertava para a modernidade. A decoração de um luxuoso bordel parisiense na rue des Moulins, com sofás de encosto alto e forrados de veludo escarlate, que Toulouse-Lautrec frequentou em meados dos anos 1890, serviu de sugestão para o título da mostra, cuja cor também é seguidamente associada à sexualidade e ao prazer. O pintor foi um frequentador assíduo da vida noturna de Montmartre, bairro boêmio ao norte de Paris. Nesses locais, que ia tanto de dia, quanto de noite, ele criou relações de amizade e confiança com os administradores e trabalhadoras dos locais. Assim, sua arte mostra um olhar singular, afetuoso e não moralizante sobre essas pessoas e suas vidas.

Além de pinturas e gravuras, Toulouse-Lautrec em vermelho apresenta cerca de 50 documentos da época, entre cartas, bilhetes, telegramas e fotografias do artista e seu círculo de amigos. A expografia foi assinada pelo escritório METRO Arquitetos Associados.

Toulouse-Lautrec em vermelho

Quando: 30 de junho a 1 de outubro de 2017. Terça a domingo: das 10h às 18h; quinta-feira: das 10h às 20h.

Onde: MASP (Avenida Paulista, 1578, 1º andar, São Paulo/SP)

Quanto: R$30,00 (entrada); R$15,00 (meia-entrada). O MASP tem entrada gratuita às terças-feiras.

(Divulgação/CASA CLAUDIA)

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