4 ideias para expor achados de viagens no décor

Na casa de quatro experts do décor, achados de viagens pelo globo, arranjados de um jeito único, imprimem personalidade ao visual

Mistura fina

 

Uma autêntica globetrotter, Clarissa Strauss ama colocar o pé na estrada para descobrir novidades. “Mas quase nunca vou a lojas quando visito um lugar pela primeira vez”, conta. Mesmo assim, vira e mexe a arquiteta volta para casa com lembranças na bagagem. “Naturalmente, acabo esbarrando em peças marcantes e, aí sim, faço questão de comprar.” Em seu apê, as prediletas estão dispostas sobre uma cômoda vintage, da Filter Mobiliário, no hall de entrada. “Gosto de criar composições clean.”

(Christian Maldonado/Revista CASA CLAUDIA)

1. Porto Sentada na escada de seu dúplex, Clarissa Strauss segura o guarda-chuva trazido da cidade portuguesa.

2. Milão Foi numa das lojas de design da famosa Corso Como, na cidade italiana, que a arquiteta encontrou este vaso de porcelana francesa.

3. Pordenone Nessa província italiana, vive a arquiteta Silvia De Anna, que assina o desenho sobre a cômoda, dado de presente a Clarissa. As duas se tornaram amigas quando trabalharam juntas na Itália.

4. Veneza A mão de Fátima (hamesh) foi comprada em uma visita à bienal de arte da cidade. Clarissa encontrou a obra na loja Paperoowl, que, segundo ela, tem peças lindas de papel.

5. Livigno e Paris De madeira esculpida, a caixa mais alta foi trazida de uma estação de esqui da província italiana. Já a caixinha azul veio de um dos antiquários de Montmartre, bairro boêmio de Paris.

 

Tesouro verde

(Christian Maldonado/Revista CASA CLAUDIA)

Beto Galvez tem adoração pelo matiz da pedra malaquita e, sempre que dá, pontua seus projetos com o pigmento. “Junto de peças P&B, a composição fica moderna e sofisticada”, ensina o designer de interiores. No living de seu próprio apartamento, ele bolou um canto charmoso para os mimos de cerâmica, vidro e tecido do mesmo tom vindos de vários lugares do Ocidente e do Oriente. “O que importa nesse mix é a tonalidade especial, e não o material.”

1. Cidade do Cabo Beto Galvez em sua sala de TV com outra de suas paixões: a zebra. O animal está na foto da artista francesa Delphine Balley e no tapete típico, trazido da África do Sul.

(Christian Maldonado/Revista CASA CLAUDIA)

2. Rio de Janeiro O vaso de cerâmica foi comprado em um antiquário de Copacabana durante visita à capital fluminense.

3 e 5. Nova York Com padronagem de malaquita, o porta-velas da loja L’Objet, que ele sempre visita quando vai à Big Apple, faz bonito ao lado das outras peças do conjunto, como o vaso de cerâmica comprado na Bergdorf Goodman, que leva a assinatura da designer norte-americana Kelly Wearstler, de quem Beto é superfã. Ele ganhou o produto de aniversário de seu companheiro, Praid Picarelli.

4. Paris Caixa de malaquita da loja de décor R&Y Augousti, que possui uma linha de itens feitos dessa pedra.

 

Combinação sem pressa

(Christian Maldonado/Revista CASA CLAUDIA)

Um painel de recordações. É assim que Helena Kallas define sua parede repleta de quadros, máscaras, bonecos e azulejos adquiridos ao longo da vida. “De tempos em tempos, o arranjo ganha novos itens”, conta a designer de interiores, da Mandril Arquitetura. “Meu sócio vive me dizendo que a superfície já está cheia, mas eu não resisto e sempre acho espaço para mais um, pois, além da importância que têm para mim, formam um mix visualmente interessante.”

1. Londres Em outro canto cheio de lembranças, Helena aparece sentada na poltrona dos anos 1960 herdada do avô e renovada com um veludo (Celina Dias) que traz estampa floral assinada pela badalada artista inglesa Jessica Zoob.

(Christian Maldonado/Revista CASA CLAUDIA)

2. Paris Colocada numa moldura de madeira, a placa de metal foi encontrada em uma das bancas de rua às margens do Rio Sena, na capital francesa.

3. Luanda Ao visitar uma feira de artesanato na cidade mais importante de Angola, a designer de interiores se apaixonou pelas tradicionais máscaras africanas de madeira.

4. Barcelona A ilustração da Casa Batlló, edifício modernista assinado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí na cidade espanhola, foi comprada na gift shop do local.

5. Pequim Uma amiga de Helena trouxe de presente da China a típica bonequinha com cabeça de madeira e corpo de tecido.

 

Efeito delicado

(Christian Maldonado/Revista CASA CLAUDIA)

Desde a adolescência, o argentino Roberto Negrete coleciona cerâmicas, especialmente as dos anos 1930. “Tudo começou com um vaso que peguei (sem pedir) da casa da minha avó”, lembra, com um sorriso maroto. “Desde então, garimpo pelo mundo outras peças desse período. Porém só compro quando acho algo realmente muito especial.” Para expor o belo conjunto, o designer de interiores desenhou nichos ao redor da janela da sala de estar.

1. Paris Roberto Negrete ao lado de sua coletânea de livros sobre transatlânticos, como o Arts Décoratifs des Paquebots, trazido da livraria Lardanchet.

(Christian Maldonado/Revista CASA CLAUDIA)

2. Lausanne Resultado da busca em um brechó da cidade suíça, o vaso verde, que o designer acredita ser dos anos 1920, é um dos objetos mais antigos do arranjo.

3. Buenos Aires O modelo azul foi garimpado em sua cidade natal, na tradicional feira de antiguidades de San Telmo, bairro boêmio da capital argentina famoso por seus antiquários incríveis.

4. Nova York Um dos mais preciosos de sua coleção, o branco foi comprado em um antiquário no bairro do Village, em Manhattan.

5. Praga Todo facetado, o outro modelo claro é um achado da gift shop da Gallery Kubista, lugar que encantou o designer de interiores. Detalhe: este leva a assinatura do designer e arquiteto modernista tcheco Pavel Janák.

 

(Divulgação/Revista CASA CLAUDIA)

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  1. Andréa Ferracini

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