As instalações mais incríveis da Bienal de Arte de Veneza 2017

Com o tema "Viva Arte Viva", a 57ª edição do evento fica aberta à visitação até novembro

A 57ª edição da Bienal de Arte de Veneza, um dos festivais de arte mais antigos do mundo,  já está aberta ao público. Em 2017, o evento reúne instalações arquitetônicas e exposições que abrangem diversos temas da vida e da sociedade.

(Bienal de Arte de Veneza/Divulgação)

LEIA TAMBÉM: 10 instalações incríveis da Semana de Design de Milão 2017

Com curadoria de Christine Marcel, a Bienal de Arte de Veneza 2017 fica aberta à visitação até o dia 26 de novembro. Com o tema “Viva Arte Viva”, as instalações foram criadas por artistas, curadores, arquitetos, designers, músicos e refugiados que fizeram suas próprias interpretações. Confira as melhores: 

1. Diálogo: Ettore Sottsass e Carlo Scarpa

(Reprodução/Dezeen)

Setenta peças criadas por Ettore Sottsass e Carlo Scarpa entre 1957 e 1969 ocupam o espaço de dois andares da instalação “Diálogo. Três totens coloridos de um metro e meio de altura ficam na frente do estande. O espaço promove um diálogo entre as obras dos dois italianos. 

2. Vahjiko Chachkhiani

(Reprodução/Houzz)

Móveis, imagens, luzes e outros itens domésticos são os únicos objetos presentes na cabine criada por Vahjiko Chachkhiani. O artista simulou uma chuva incessante dentro do espaço,  perfurando o teto com centenas de furos e instalando um sistema de irrigação acima. Os visitantes podem acompanhar em tempo real a deterioração do espaço causada pela água. 

3. Green Light

(Reprodução/Houzz)

O projeto Green Light, do Studio Olafur Eliasson, criou um ateliê que reúne visitantes e refugiados para montarem lâmpadas protejadas por Eliasson. O dinheiro arrecadado com a venda delas será doado para duas ONGs que promovem assistência aos refugiados na Europa. O projeto é centrado em colaboração e conversação, com cursos de línguas, seminários e exibições de filmes. 

4. Mark Bradford

(Reprodução/Dezeen)

O artista americano Mark Bradford transformou o imponente Pavilhão dos Estados Unidos em uma ruína. Os visitantes são recebidos por lixo espalhados pelas paredes. 

5. Loris Gréaud

(Reprodução/Houzz)

Para a bienal deste ano, o artista francês Loris Gréaud ressuscitou uma fábrica desativada na ilha de Murano, região famosa pela produção de vidro em Veneza. A fornalha foi transformada em uma linha de produção repetitiva e hipnótica, com os projetores de vidro que trabalham para criar até 1.000 partes que se penduram no telhado da fábrica.

6. Xavier Veilhan

(Reprodução/Houzz)

O escultor francês Xavier Veilhan transformou seu pavilhão em um estúdio de gravação, colocando a música em destaque. O artista remodelou o interior para criar uma concha de madeira facetada, insonorizada e com instrumentos superdimensionados integrados ao chão. Mais de 100 músicos – do clássico ao eletrônico – usarão o estúdio para gravarem seus trabalhos.

Fonte: Dezeen

(Divulgação/CASA CLAUDIA)

 

Comentários
Deixe um comentário

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s