Apê cheio de detalhes e memórias no Jardim Botânico

A designer de interiores Christiane Laclau apostou na madeira clara e no mobiliário de tons neutros para colocar suas coleções em evidência

(André Nazareth/Revista CASA CLAUDIA)

Múltipla e antenada, Christiane Laclau já trabalhou com moda, pilotou um badalado escritório de arquitetura e decoração e, atualmente, é sócia do Artmotiv, uma consultoria focada em curadoria e compra de artes plásticas. Ela expõe toda a sua experiência – mais de 30 anos lidando com estética em diferentes segmentos – na charmosa arrumação de seu apartamento no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, onde vive com a família.

À esquerda, na estante de peroba-do-campo, desenhada por ela, ficam globos terrestres, livros, CDs e álbuns. Poltrona de couro da Atrium. À direita, telas de Raul Mourão desenham o fundo para as poltronas do Arquivo Contemporâneo. (André Nazareth/Revista CASA CLAUDIA)

Ali, em cada canto, móveis assinados se unem a peças garimpadas em viagens pelo mundo e, ainda, a telas de jovens talentos e artistas consagrados, que se espalham em composições nas paredes. “Sou movida pela intuição, mas pesquiso muito antes de fazer qualquer aquisição, principalmente quando estou comprando uma obra de arte. Os valores são altos demais para arriscar”, revela.

À esquerda, na varanda, a máscara africana, trazida de uma viagem à Cidade do Cabo, se destaca. À direita, na sala de jantar, as pinturas de Eduardo Berliner atraem o olhar. (André Nazareth/Revista CASA CLAUDIA)

Chris assume ter uma queda pelo universo dos tons e das tramas africanas. “A coleção de máscaras é um xodó”, afirma. Peças marcantes se espalham pela casa toda. Da varanda à cozinha e até na suíte do casal, a designer faz questão de montar ambientes aconchegantes e com personalidade. “Sou adepta de uma base mais neutra, com tons como branco e cinza prevalecendo nas paredes. Assim, posso abusar de cores nos objetos e nas obras de arte. Vivo inventando moda”, brinca.

A poltrona de couro (Elle et Lui Home) compõe o canto da leitura, arrematado com a tela de Rosana Ricalde, em cima da cama. (André Nazareth/Revista CASA CLAUDIA)

Desde que criou o Artmotiv, há cerca de três anos, ela vem montando sua coleção, focada em arte contemporânea. “Visito ateliês com frequência e seleciono alguns nomes para fazer parte de meu acervo. Acabo assim vendo as proporções e testando como funcionam nos ambientes”, explica.

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