Apê paulistano repleto do luxo cosmopolita

Neste apartamento, o décor refete a personalidade dos moradores e a influência urbana de São Paulo

No living, o sofá e as poltronas vermelhas, ambos da Artefacto, surgem nas cores da estação: vermelho e cinza. A mesa de centro e a lateral espelhada, também da Artefacto, dão leveza ao espaço. (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

Com 30 anos de riscado, o designer de interiores Francisco Cálio percebeu logo no primeiro encontro o olhar apurado e a veia contemporânea do casal de proprietários.

No hall de entrada (à esquerda), há uma composição com aparador de couro crocco e aço (Artefacto) e vasos (Érea). À direita, os quadros em P&B (Urban Arts) acentuam a paleta do projeto. Pufe central da Artefacto e objetos da Atrium e do Empório Beraldin. (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

“Eles são maduros, adoram a vida urbana e a mistura entre o moderno e o tradicional. Essa é a base do projeto”, conta. Móveis de design assinado e outros feitos sob medida dão o clima atual ao apê de 500 metros quadrados.

Na sala de jantar (à esquerda), o maxipendente (Puntoluce) brinca com as proporções. Mesa e cadeiras da Artefacto e cortina confeccionada pela JK Interiores com um linho da Quaker. À direita, a cozinha (Kitchens) ganhou destaque com o frontão preto e branco. Os eletrodomésticos vieram da Viking. (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

Já o glamour do passado vem de elementos como a boiserie no teto, o painel de pau-ferro e os tecidos de toque macio e visual luxuoso, a exemplo do veludo que reveste o sofá do estar. “Essa peça, aliás, é bem versátil. O formato em L e as almofadas soltas permitem reconfigurar o móvel de acordo com a situação: ele fica mais confortável para ver TV ou oferece lugares extras em dias de festa”, explica.

Com apelo gráfico, o papel de parede (Bucalo) ditou o clima da sala de almoço (à esquerda). A luminária tem braço articulável, que facilita o direcionamento do facho de luz. À direita, do outro lado da varanda, a vista da cidade é a atração. (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

A cartela de cores, com diversos tons de cinza, mostra sua força no arranjo de quadros sobre o aparador do estar. “Valorizei essa parede, que é praticamente a única da área social. Ela ganhou uma composição que reproduz a simetria e os padrões gráficos presentes em todos os ambientes.” Quando uma tonalidade mais forte aparece, é o vermelho fechado, para provar que a ideia era mesmo criar um projeto atemporal.

No quarto do casal, o tapete (Phenicia Concept) ajuda a destacar a cama com cabeceira de couro da Artefacto. Criado-mudo da Kitchens, abajur da Kartell e enxoval da Trousseau. (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

 

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