Herança Cultural conta a história do design na SP-Arte

Através do trabalho de Zanine Caldas e Zanini de Zanine, pai e filho, a marca contará diferentes momentos do design brasileiro

A loja Herança Cultural participa da 13º edição da SP-Arte que acontece de 6 a 9 de abril no Pavilhão da Bienal, em São Paulo (SP). A marca, conduzida pelo galerista Pablo Casas, apresenta peças de mobiliário colecionável clássico ao lado de itens contemporâneos.

Poltrona de madeira de Zanini de Zanine

Poltrona Enrico, de Zanini de Zanine (Eliseu Cavalcanti/Herança Cultural)

Para a feira, Pablo Casas fará um contraponto da história de Zanine Caldas e Zanini de Zanine, pai e filho e grandes nomes do design brasileiro. A marcenaria de ambos foi o tema escolhido para essa edição que contará diferentes momentos do design brasileiro através de um layout clean, onde os grandes destaques serão as peças raras de Zanine e as contemporâneas, criadas por seu filho Zanini, que também assina a ambientação com Pablo.

Mesa de Zanine Caldas

Mesa Tronco, de Zanine Caldas (Framed/Herança Cultural)

A mesa de jantar e duas poltronas da linha Tronco, fabricadas nas décadas de 1970 e 1980 mais as pelas da “Móveis Artísticos Z”, são os destaques de Zanine Caldas na feira. Também será apresentada uma série inédita de seus moldes de peças originais em Eucatex da época de sei ateliê em Ilhéus (BA), nos anos 1980.

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Já o filho, Zanini de Zanine, apresentará uma série limitada de peças desenhadas exclusivamente para a Herança Cultural, produzidas em madeira de demolição com processo de carpintaria e uso de vidro. Outro destaque será a poltrona Enrico, também exclusiva da marca, que utiliza processos de produção da carpintaria artesanal.

Mesa Lateral PC, de Zanini de Zanine

Mesa Lateral PC, de Zanini de Zanine (Divulgação/Herança Cultural)

“O objetivo de participar do evento, é alcançar sobretudo o colecionador, oferecendo peças únicas, advindas de um trabalho extremamente minucioso de garimpo, além de oferecer um contexto mais amplo ao expor itens da contemporaneidade”, diz Pablo Casas.

Poltrona Tronco, de Zanine Caldas

Poltrona Tronco, de Zanine Caldas (Framed/Herança Cultural)

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