Jean-Michel Basquiat ganha retrospectiva no Brasil em 2018

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) organizou mostras do artista em São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro

A linguiça do irmão, 1983. Acrílico, tinta a óleo em bastão e colagem de papel sobre tela. A linguiça do irmão, 1983. Acrílico, tinta a óleo em bastão e colagem de papel sobre tela.

A linguiça do irmão, 1983. Acrílico, tinta a óleo em bastão e colagem de papel sobre tela. (© The Estate of Jean-Michel Basquiat. Licensed by Artestar, New York./Divulgação)

Após cerca de dois anos de negociações, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) trará ao Brasil, em 2018, uma retrospectiva do trabalho do artista americano Jean-Michel Basquiat (1960-1988).

Sem título, 1983. Acrílico e tinta a óleo em bastão sobre tela. Sem título, 1983. Acrílico e tinta a óleo em bastão sobre tela.

Sem título, 1983. Acrílico e tinta a óleo em bastão sobre tela. (© The Estate of Jean-Michel Basquiat. Licensed by Artestar, New York./Divulgação)

Começando em São Paulo, de 25 de janeiro a 7 de abril, a mostra seguirá para outras três cidades: Brasília (21 de abril a 1 de julho), Belo Horizonte (16 de julho a 26 de setembro) e Rio de Janeiro (12 de outubro a 8 de janeiro de 2019).

Quadros, desenhos, gravuras e pratos compõem a exposição, que conta com mais de 80 peças da família Mugrabi, dona das maiores coleções do artista e de Andy Warhol. A entrada será gratuita.

Flash em Napoles, 1983. Acrílico e tinta a óleo em bastão sobre tela. Flash em Napoles, 1983. Acrílico e tinta a óleo em bastão sobre tela.

Flash em Napoles, 1983. Acrílico e tinta a óleo em bastão sobre tela. (© The Estate of Jean-Michel Basquiat. Licensed by Artestar, New York./Divulgação)

“Basquiat é um dos maiores artistas de ascendência afro-caribenha e é exaltado em todo o mundo. Ele é, fundamentalmente, um artista de Nova York. Sua obra personifica o caráter da cidade nos anos 70 e 80, quando a mistura de empolgação e decadência da cidade criou um paraíso de criatividade. Sua obra reflete os ritmos, os sons e a vida da cidade. Ela sintetiza o discurso artístico, musical, literário e político de Nova Iorque durante este período tão fértil”, conta Pieter Tjabbes, curador da mostra.

Sem título (Penas e Alcatrão Amarelo), 1982. Acrílico, tinta a óleo em bastão, giz,colagem de papel e couro em painéis de madeira. Sem título (Penas e Alcatrão Amarelo), 1982. Acrílico, tinta a óleo em bastão, giz,colagem de papel e couro em painéis de madeira.

Sem título (Penas e Alcatrão Amarelo), 1982. Acrílico, tinta a óleo em bastão, giz,colagem de papel e couro em painéis de madeira. (© The Estate of Jean-Michel Basquiat. Licensed by Artestar, New York./Divulgação)

Em 2010, a tela Sem título (1982) foi vendida por mais de 110 milhões de dólares em um leilão – a peça é a obra de arte norte-americana mais cara já vendida na história. Além do Brasil, Alemanha e França também receberão exposições do artista em 2018.

VEJA MAIS: Japan House apresenta instalação mutante de Kohei Nawa

 (Divulgação/CASA CLAUDIA)

Comentários
Deixe um comentário

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s