4 restaurantes em SP que acertaram a mão no menu e no décor

Estes quatro restaurantes acertaram a mão no menu e também no décor. Conheça os projetos e os chefs à frente de cada um

 

Lanche do Bullguer

 (Divulgação/Revista CASA CLAUDIA)

 

Bullguer: fast casual

Ambiente despojado, ingredientes de qualidade e preço acessível: essa é a base do Bullguer. À frente da cozinha está o chef Thiago Koch, um dos três sócios do restaurante, que abriu as portas em 2015. “Quando começamos a planejar nosso negócio, fizemos o caminho inverso: primeiro pensamos o ambiente e depois a comida”, revela. Apenas oito meses depois de inaugurarem a primeira casa, chamaram os profissionais do SuperLimão Studio para projetar esta filial. “A ideia era criar uma identidade moderna com pegada industrial, mas, ao mesmo tempo, deixar o espaço aconchegante”, explica o arquiteto Thiago Rodrigues. 

lanche do bullguer

 (Divulgação/Revista CASA CLAUDIA)

 

Mani: uma mistura bem bolada

Nascido em Girona, na Espanha, Daniel Redondo já era sous chef do estrelado El Celler de Can Roca – um dos melhores restaurantes do mundo – com apenas 26 anos. Lá, conheceu a gaúcha Helena Rizzo e com ela veio para o Brasil inaugurar o Maní, em 2006. “Queríamos combinar ingredientes brasileiros com as técnicas que aprendemos na Europa”, diz. O cardápio, cheio de originalidade, se reflete na decoração: galhos de jabuticabeira revestem o teto e pedriscos cobrem o piso. “O clima é pessoal, com ares de casa de avó”, conta a designer de interiores Mariana Kraemer, que assina o projeto com a arquiteta Juliana Overmeer. 

Cantinho do Maní: superiluminado, as pinceladas azuis em degradê fazem alusão ao céu

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Tanit: sabor mediterrâneo

Filho e neto de cozinheiros, o catalão Oscar Bosch carrega no sangue a paixão pela gastronomia. “Cresci entre as panelas do restaurante do meu pai, onde aprendi muito sobre culinária”, conta. Depois de seis anos morando em São Paulo, Oscar e a mulher, a confeiteira Anna Beatriz Dias Bosch, decidiram que era hora de abrir seu próprio negócio. “Escolhemos materiais e cores típicos da arquitetura mediterrânea”, explica Guile Amadeu, do Coletivo de Arquitetos. O objetivo dos donos era criar um ambiente que, aliado a uma comida de forte tendência espanhola, transportasse os clientes para as ramblas de Barcelona.

A madeira que reviste a maior parte do restaurante é de demolição

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Saj: tradições reinventadas

Aberto desde 2008, o Saj, comandado por Patrícia Abbud, serve comida libanesa com um toque saudável. “Procuro incluir ingredientes orgânicos e mais leves nos pratos”, conta. Descendente de sírios e libaneses, a chef pertence à terceira geração de cozinheiros da família, que é dona de restaurantes desde a década de 1940. Apesar do cardápio típico, a proposta do lugar é romper com a decoração árabe tradicional, criando uma atmosfera convidativa para todos os grupos. “Essa culinária é muito ligada às reuniões familiares. Aqui, nossos ambientes são descontraídos, sem frescuras”, completa.

Tijolinhos e ladrilhos hidráulicos se destacam na decoração do Saj

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