Apartamento grande em tons de rosa e com decoração super feminina

Sofia, Julia e Stella, as três filhas da designer Alexandra Tobler, fazem do primeiro pavimento do dúplex o cenário perfeito para suas brincadeiras. Já a mãe ficou com o piso de cima, onde trabalha e recebe amigos

A maioria dos pais destina um cômodo ou dois da casa à diversão dos filhos. Alexandra Tobler preferiu reservar praticamente um andar inteiro deste dúplex de 240 m², no bairro paulistano do Morumbi, para as brincadeiras de Sofia, Julia e Stella. “Aproveitei a divisão do apartamento em dois andares e deixei as meninas ocuparem o piso de baixo”, diz a designer, fundadora e diretora de estilo no Brasil da Westwing, loja virtual especializada em móveis e objetos. Aqui ficam não apenas o quarto, o banheiro e a sala de estudo das pequenas mas também um living integrado à cozinha. Com exceção da suíte de Alexandra e da lavanderia, o restante do pavimento é território das crianças – inclusive a área de estar, na qual assistem TV, curtem a companhia da mãe e organizam chás de boneca e outros passatempos. “Junto os amigos lá em cima”, fala a moradora ao se referir à cobertura. “Embaixo, os ambientes funcionam quase como um clubinho exclusivo para os momentos em família.”

Estilo pessoal no piso dos adultos

Formada em arquitetura, Alexandra cuidou da reforma do dúplex, fechado havia quatro anos. “A construtora entregou o prédio sem ter vendido esta unidade”, lembra. Além de integrar ambientes e escolher acabamentos, a proprietária transformou a área externa neste living com home office e cozinha gourmet. “O condomínio já oferece boa estrutura de lazer, por isso eliminei a piscina e cobri parte do terraço a fim de ganhar espaço aqui dentro”, explica. Para a decoração, também de sua autoria, ela apostou num mix de peças de design assinado, itens herdados de família e lembranças de viagens. “Sou assim na vida – não sigo tendências. Prefiro elementos que contam histórias”, afirma. O toque personalizado se traduz em cores femininas associadas com a rusticidade da madeira de demolição, do cimento queimado e dos tijolos à vista. Isso sem esquecer o lustre de cristal pairando acima da mesa de jantar. “A combinação parece não fazer sentido, eu sei”, diz, aos risos. “Mas deu certo porque tem minha cara.”

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