Caixas viram floreiras nas mãos de Paulo Alves

Veja a boa ideia do arquiteto Paulo Alves, que usou sobras de tábuas para montar floreiras, preenchidas com temperos.

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Nas mãos do arquiteto Paulo Alves, cumaru, ipê, roxinho e outras espécies certificadas se transformam em mesas, bancos, cadeiras e estantes. E o material que sobra da produção ele dá um jeito de aproveitar. Prova disso é a novidade exibida numa das paredes de sua loja na capital paulista, a Marcenaria São Paulo: cachepôs feitos de tábuas de diversos tamanhos acolhem, com graça, hortaliças, fores e temperos. “Escolhi madeiras resistentes à umidade para que aguentassem o contato com a água das regas”, diz. Aqui, as mudas foram mantidas em sacos ou vasos plásticos. Outra possibilidade é plantá-las diretamente nas caixas – basta forrar o fundo de argila expandida ou pedrisco drenante e adicionar terra adubada.

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