Conheça os detalhes da Dubai Frame, maior porta-retrato do mundo

Conheça os detalhes da atração turística dos Emirados Árabes Unidos (e todas as controvérsias de sua construção).

Uma moldura gigantesca que destaca uma paisagem repleta de arranha-céus. Parece uma ideia futurista? Parece. Mas ela é uma realidade em Dubai. O portal, nomeado Dubai Frame, foi inaugurado dez anos depois de sua idealização — e possui 150 m de altura e 93 m de largura.

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A cidade é conhecida por seus superlativos: é casa do mais alto prédio do mundo, do maior shopping e também do maior trecho de metrô com sistema sem motorista. Não é de se impressionar, então, que os arquitetos preferidos da cidade imaginariam uma maneira à altura de emoldurar todos esses projetos.

A moldura, repleta de revestimentos dourados, fica no Zabeel Park, e foi feita como uma oportunidade de lazer e cultura na cidade, principalmente para que os visitantes possam observar o crescimento e os contornos da cidade. Por 50 dirhams (cerca de 40 reais), os visitantes podem entrar no espaço de exposições e conhecer a história dos Emirados,  antes de pegarem um elevador de 93 metros para conhecerem a galeria, localizada no topo da moldura.  A vista do observatório, a 48 andares do chão, é impressionante!

 

Por lá, um túnel também leva os visitantes para o futuro da cidade daqui a 50 anos. Tudo tem inspiração direta das Expo — as exposições universais repletas de monumentos gigantes, que imortalizaram, por exemplo, a Torre Eiffel.

O edifício tem polêmicas com tanta magnitude quanto sua altura: o arquiteto mexicano Fernando Donis afirma que enviou para os Emirados Árabes a proposta do projeto, que seria um emblema da nova cara de Dubai — e que, na verdade, sevia mais como um espaço vazio, uma contra-proposta para o estilo exagerado da cidade, do que um mais um monumento.

Depois de ter sua proposta aceita, — e do começo das obras de 44 milhões de dólares — , ele conta que seu envolvimento foi cortado, e  sua figura foi mais de conselheiro do que arquiteto ativo. O contrato, por exemplo, exigiu que ele entregasse a propriedade intelectual do projeto e nunca visitasse seu canteiro de obras. Sua saída da produção, no entanto, não evitou que as obras do edifício seguissem em frente. A necessidade de um edifício embletático assim, levando em conta que o país já é repleto deles, também foi questionada. Veja abaixo mais detalhes do projeto:

 

 

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