O olhar único de Pedro Motta e Julio Bittencourt

Os brasileiros estão entre os artistas mais quentes da fotografa no momento. Veja a trajetória dessa dupla estrelada

Os brasileiros estão entre os artistas mais quentes da fotografa no momento. Veja a trajetória dessa dupla estrelada Pedro Motta (esq) e Julio Bittencourt.

Pedro Motta (esq) e Julio Bittencourt. (Divulgação/Revista CASA CLAUDIA)

Nomes nacionais da fotografia estão ganhando espaço na disputada cena das artes visuais do planeta. É o caso do mineiro Pedro Motta e do paulistano Julio Bittencourt, cujas obras integram coleções públicas e privadas importantes aqui e lá fora.

Os brasileiros estão entre os artistas mais quentes da fotografa no momento. Veja a trajetória dessa dupla estrelada Obra da série Naufrágio Calado, de 2016.

Obra da série Naufrágio Calado, de 2016. (Pedro Motta/Revista CASA CLAUDIA)

Representado pela galeria Luisa Strina, em São Paulo, Pedro começou sua trajetória como fotojornalista. Natural de Belo Horizonte, voltou seu olhar para a paisagem natural, principalmente a que cerca São João del-Rey, cidade mineira na qual vive há seis anos.

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Os brasileiros estão entre os artistas mais quentes da fotografa no momento. Veja a trajetória dessa dupla estrelada Foto da série Sumidouro, de 2013.

Foto da série Sumidouro, de 2013. (Pedro Motta/Revista CASA CLAUDIA)

“Gosto de explorar a relação do homem com a natureza, que às vezes é pacífica, mas, com frequência, ruidosa e violenta”, explica o artista, autor de obras em coleções como a Berardo, de Lisboa, e do Centro de Fotografa de Montevidéu, no Uruguai. Em maio, numa mostra individual na galeria parisiense Bendana Pinel, apresentará um desdobramento da sua série Naufrágio Calado, em que, por meio da manipulação digital (uma de suas marcas), ancora barcos em lugares áridos.

Os brasileiros estão entre os artistas mais quentes da fotografa no momento. Veja a trajetória dessa dupla estrelada Foto da série Numa Janela do Edifício Prestes Maia 911, realizada entre 2005 e 2008.

Foto da série Numa Janela do Edifício Prestes Maia 911, realizada entre 2005 e 2008. (Julio Bittencourt/Revista CASA CLAUDIA)

Julio, hoje parte do time da galeria paulistana Lume, tem um caminho parecido. Ele deu seus primeiros passos na fotografa há cerca de 15 anos em um jornal, quando começou a se interessar por retratos. “Registro a relação do homem com o ambiente que o cerca”, diz o criador de séries (que viraram livros) como Ramos, sobre os frequentadores do Piscinão de Ramos, no Rio de Janeiro, e Numa Janela do Edifício Prestes Maia 911, na qual clicou os moradores do prédio que batiza o projeto.

Os brasileiros estão entre os artistas mais quentes da fotografa no momento. Veja a trajetória dessa dupla estrelada Obra da série Ramos, feita entre 2009 e 2012.

Obra da série Ramos, feita entre 2009 e 2012. (Julio Bittencourt/Revista CASA CLAUDIA)

Parte desses trabalhos será apresentada em uma exposição coletiva entre abril e maio no Tokyo Metropolitan Art Museum, no Japão, e no Museu de Fine Art, de Taiwan. Antes disso, Julio irá completar na Índia a última parte de seu mais recente projeto, Plethora, focado em lugares lotados.

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 (Divulgação/CASA CLAUDIA)

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