Bancos, banquetas e tamboretes

Cheios de história, eles podem ser usados de várias formas. Veja como!

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“O segredo da felicidade está em ter um interesse genuíno por todos os detalhes da vida cotidiana”, disse certa vez o poeta e romancista William Morris, que fez parte do movimento artístico britânico Arts and Crafts e inspirou a coluna desta semana.

Sempre me preocupo em buscar um tema que seja interessante, curioso, inusitado, mas também útil, que faça parte do nosso dia a dia e seja facilmente reproduzido pelos internautas. Daí meu olhar se voltar para itens que estão (ou podem estar) presentes nas nossas casas de forma simples e genuína. Bancos, banquetas e tamboretes fazem parte deste universo. Por serem relativamente pequenos e fáceis de transportar, eles se prestam a muitas funções.

O primeiro tipo de banco que mostro aqui são os “bancos de arruar”, assim chamados porque eram levados para a rua, uma tradição portuguesa que se tornou popular também no Brasil: ficar à beira da calçada à noite conversando e vendo a vida passar. Por esse motivo eles tinham um orifício no meio, para que pudessem ser transportados apenas encaixando o dedo indicador nesse buraquinho. Mas hoje são perfeitos para serem usados como apoio lateral, não é mesmo?

Detalhe do orifício, feito especialmente para o transporte.

Detalhe do orifício, feito especialmente para o transporte. (Divulgação/ad.studio)

Outro tipo de banco pelo qual tenho verdadeira paixão são os bancos de pescador franceses. Conhecidos por suas mirabolantes e criativas histórias, eles levavam seus banquinhos para a pescaria, práticos nas longas esperas observando o mar. As ripas de madeira (faia) contribuem para a leveza e sua estrutura dobrável facilitava o manuseio e a mobilidade.

Na hora do café, que tal servir em um banquinho de pescador? Deixe as bandejas de lado!

Na hora do café, que tal servir em um banquinho de pescador? Deixe as bandejas de lado! (Divulgação/ad.studio)

Os pequenos tamboretes ou banquetas são muito usados no campo tanto em Portugal quanto na França para ajudar no cuidado das hortaliças, dos animais (facilitando a vida na hora de tirar o leite das vacas, por exemplo) e até mesmo nas igrejas. Aqui, vai uma nova sugestão de uso. Que tal usá-los para apoiar os sapatos que tiramos ao chegar em casa ou para compor um ambiente dedicado à música?

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