Vida nova às peneiras!

Como uma peça elaborada para uma função específica, no caso peneirar, pode ganhar outra totalmente diferente?

Aqui, vemos como uma peneira serve de moldura para destacar noivinhos de madeira de um casamento.

Aqui, vemos como uma peneira serve de moldura para destacar noivinhos de madeira de um casamento. (Divulgação/ad.studio)

Quando pensamos em peneira, logo vem à cabeça um item de cozinha. Quem nunca usou uma peneira para fazer uma tapioca, lavar arroz ou até mesmo para confeitar um bolo?

No país do futebol, há quem pense em outra definição: a peneira que os grandes clubes fazem para selecionar jogadores de base. Peneiras em geral são sinônimo de afunilar, separar, selecionar. Na história da humanidade, elas fizeram parte da vida do homem do campo. Muito usadas na jardinagem, no processo de separação de terras e até mesmo no garimpo (tema esse muito familiar para nós). Uma das coisas de que mais gosto de pensar é: como uma peça elaborada para uma função específica, no caso peneirar, pode ganhar outra totalmente diferente?

O artista plástico Antônio Bokel, em uma colab com o ad.studio, usou peneiras portuguesas antigas, datadas de 1.900, para fazer intervenções e transformá-las em objetos de arte. Aqui, a obra intitulada “Cristal”.

O artista plástico Antônio Bokel, em uma colab com o ad.studio, usou peneiras portuguesas antigas, datadas de 1.900, para fazer intervenções e transformá-las em objetos de arte. Aqui, a obra intitulada “Cristal”. (Divulgação/ad.studio)

Dadaísta e com uma forte atitude “anti-arte”, Marcel Duchamp se apropriou do que já havia sido construído para elevar objetos industriais a itens de arte (ready-made), dando a largada em um movimento que ganhou força novamente nos tempos atuais.

No caso das peneiras, uma vez colocadas na parede, elas ganham uma função especial: preenchem e podem receber algum item que seja importante para cada um. Passamos por momentos marcantes durante a vida. Por que não guardar objetos para eternizá-los? Veja algumas propostas ao longo do texto!

Aqui, a obra “Pensadores”.

Aqui, a obra “Pensadores”. (Divulgação/ad.studio)

Veja também

 (Divulgação/CASA CLAUDIA)

Comentários

Olá,

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.