Casas urbanas vencedoras do Prêmio CASA CLAUDIA Design de Interiores

Todos os anos, a CASA CLAUDIA e um grupo de jurados super especiais selecionam os melhores projetos de interiores do ano em dez categorias. Confira nesta retrospectiva quem já levou o prêmio por casas urbanas

2011

Estúdio aberto e informal

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 (Divulgação/Prêmio CASA CLAUDIA)

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O antigo ateliê de 73 m2 de um artista plástico virou a morada do arquiteto e designer de móveis Guilherme Torres, em Londrina, PR. Durante a reforma, comandada por seu escritório, Guilherme decidiu inovar e projetou um mobiliário fixo, composto de mesa e sofá de alvenaria, para a área social. Dois colchões revestidos de tecido preto garantem conforto ao estofado, que atravessa toda a extensão do ambiente e recebe pinceladas de cor vindas das almofadas. Seguindo os preceitos da arquitetura brutalista, da qual Guilherme é fã, as tubulações hidráulicas e elétricas ficam aparentes. “O lustre de cristal e o armário chinês são peças afetivas”, revela.

 

2012

Estreita, comprida e luminosa

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O terreno que Clara Reynaldo e Lourenço Gimenes compraram para construir a casa, em São Paulo, mede 4 x 30 m. Eles souberam tirar partido da limitação de espaço e desenvolveram um projeto que se destaca, na fachada, pelo bloco branco em balanço e, no interior, pela distribuição retilínea e em desníveis dos ambientes. A entrada é feita pela cozinha, 75 cm mais baixa que a sala, localizada na sequência. Ao fundo, o jardim, fechado por portas de vidro, funciona como uma extensão da área social.

 

2013

Convite à contemplação

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Ao remodelar a casa de 1,5 mil m² do período colonial, cercada por jardins do paisagista Roberto Burle Marx, a arquiteta Gisele Taranto manteve as paredes externas e as dimensões originais. E só. Internamente, todas as divisórias foram demolidas, dando origem à Residência Tempo, cujo novo layout se afina com o estilo de vida do século 21. Espaços claros e fluidos exalam sossego e combinam com o clima bucólico ao redor. A sala principal, com sua gigantesca porta de 6,20 m de largura, convida a um momento de contemplação. Convertidos em galeria de arte, os espaços de convívio põem suas paredes a serviço de obras de Jesús Soto (estar) e Mira Schendel (jantar). Beatriz Milhazes assina o tecido que reveste a dupla de poltronas Dinamarquesa, de Jorge Zalszupin.

 

2014

Cores, arte e design assinado

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Ambientes amplos e integrados. Pé-direito duplo com grandes tesouras desenhando o ar. Na área social desta casa paulistana decorada por Francisco Cálio, as volumetrias, a disposição das obras de arte e a linearidade dos móveis criam um grafismo vibrante e criativo. Tons como amarelo, verde, azul-turquesa e berinjela aquecem a base neutra da sala e do quarto. Nos estofados, tecidos de alfaiataria, couro e camurça. As luminárias de mesa do estar são clássicos dos irmãos italianos Castiglione.

 

2015

Com uma árvore na sala  

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Exuberante, a mangueira de muitas décadas tem lugar soberano no projeto do arquiteto Alessandro Sartore. “A proposta foi criar a casa em torno dela, dando a sensação de que ambas permanecem juntas desde sempre.” A conexão entre natureza e arquitetura é forte, afinal só aqui se pode receber no estar, relaxar junto à lareira ou fazer as refeições sob a copa de uma árvore. O piso de peroba antiga e o muro de pedra-madeira, que permeia o interior, alimentam ainda mais a sensação de coexistência com os elementos naturais.

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