Dúplex tem texturas da parede ao teto e belas obras de arte

Com um projeto de iluminação planejado para acolher, texturas da parede ao teto e obras de arte provocantes, este dúplex em são Paulo é um convite ao relaxamento.

O estilo sóbrio, elegante e sofisticado do arquiteto paulistano Fabio Morozini encantou Edson e Nelson, proprietários deste apartamento na zona sul de São Paulo. Por isso, a relação profissional entre eles, que se transformou em uma bonita amizade, já dura alguns agradáveis anos. O novo projeto de decoração foi impulsionado por um desejo de mudança, que acompanhou a evolução da rotina dos moradores e também do gosto estético. Além disso, eles precisavam de mais espaço para receber a numerosa família e os amigos, que chegam com frequência. Ao visitarem o apartamento de Morozini, ficaram certos de que queriam a mesma atmosfera encontrada lá e percorreram um caminho ousado, mas cheio de certezas. “Eles saíram de uma decoração clean para uma mais pesada e escura, porém, luxuosa e muito aconchegante. Você entra e se sente em casa”, revela o arquiteto. As mudanças foram radicais, principalmente no piso – antes revestido de ladrilho hidráulico nas cores cinza, branco e preto –, que agora ganhou tons mais escuros, vindos da madeira e do granito. Para a realização da reforma, os moradores precisaram se mudar e passaram sete meses vivendo em um flat. Enquanto isso, Morozini os conduziu a escolhas para definir um estilo que lhes agradasse e que fosse também a expressão de sua marca. “Nelson me acompanhou em quase todas as compras, visitou fábricas e acatou minhas sugestões, mesmo que, às vezes, ficasse com dúvidas”, confessa o profissional. É o caso do aparador dourado fosco da sala de jantar, que assustou um pouco no início e, hoje, tornou-se uma das peças mais queridas da dupla. O mobiliário é quase todo novo, com exceção do lustre da sala de jantar, um Taraxacum 88 imponente, criado pelo mestre italiano Achille Castiglioni. A criação de um acervo de arte também foi um dos pontos importantes dessa nova fase. “Nenhuma obra foi comprada pelo valor monetário, mas porque são bonitas e agradam”, conta Morozini, que orientou seus clientes e amigos a apostarem em alguns artistas promissores. A colombiana Adriana Duque é uma dessas apostas. Ela fotografa personagens de uma cena teatral em que tudo é meticulosamente cuidado para ter um resultado final de uma quase pintura. O empenho para a compra das obras foi tanto, que o casal viajou até Bogotá para conhecer o trabalho da artista pessoalmente e escolher a imagem perfeita para o novo projeto. O resultado dessa relação de parceria e amizade findou em um apartamento permeado de histórias e personalidade, com uma decoração cosmopolita, sem deixar de ser aconchegante.

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