V Prêmio CASA CLAUDIA: todos os vencedores e finalistas

Conheça quem são os vencedores e finalistas da quinta edição do Prêmio CASA CLAUDIA de Design de Interiores

1. Apartamentos

 (Marco Antonio/Prêmio CASA CLAUDIA)

O contraponto entre materiais quentes e frios, cores neutras e vibrantes, áreas livres e fechadas é um dos encantos deste apartamento projetado pela SAO Arquitetura, em São Paulo. “Na reforma, além de integrarmos a varanda, trouxemos à tona a estrutura do imóvel. O piso de madeira ameniza a frieza dos pilares e das tubulações assumidos”, diz o arquiteto Alexandre Skaff. No mobiliário, o predomínio é de tons suaves, mas, de repente, há um impactante sofá cereja no meio da sala. “Foi nosso balde de tinta para descontrair”, revela a arquiteta Simone Carneiro.

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2. Casas Urbanas

 (MCA Estúdio/Prêmio CASA CLAUDIA)

Exuberante, a mangueira de muitas décadas tem lugar soberano no projeto do arquiteto Alessandro Sartore. “A proposta foi criar a casa em torno dela, dando a sensação de que ambas permanecem juntas desde sempre.” A conexão entre natureza e arquitetura é forte, afinal só aqui se pode receber no estar, relaxar junto à lareira ou fazer as refeições sob a copa de uma árvore. O piso de peroba antiga e o muro de pedra-madeira, que permeia o interior, alimentam ainda mais a sensação de coexistência com os elementos naturais.

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3. Decoração no Campo

 (Rômulo Fialdini/Prêmio CASA CLAUDIA)

Mais sensível às emoções do que aos objetos, a arquiteta Vania Chene criou este delicioso refúgio no município paulista de Itapecerica da Serra. Mimetizado na beleza serena da natureza que o cerca, o chalé ocupa um trecho restrito do terreno e prioriza o vidro como fechamento. “São placas que se abrem nos dias quentes e que, quando fechadas, afugentam o frio, sem esconder o cenário verdejante”, explica Vania. A decoração se pauta pelas sensações. No ambiente social integrado, os sofás e as poltronas possuem generosas dimensões e tecidos macios. A lareira e o fogão a lenha, sempre em uso, perfumam os ambientes.

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4. Decoração na Praia

 (Rogério Maranhão/Prêmio CASA CLAUDIA)

Implantada a poucos passos das areias da praia de Tamandaré, em Pernambuco, esta casa de 500 m² tem os ambientes voltados para a imensidão azul do Atlântico. “A estrutura de eucalipto reflorestado e as esquadrias de jatobá e vidros deslizantes inserem a construção na paisagem”, considera o autor do projeto, o arquiteto Pedro Motta. Chamada a cuidar do décor, Sandra Brandão compôs ambientes que combinam criações brasileiras: design de ponta e arte popular. Destaque para as poltronas Kilin, de Sergio Rodrigues, e para a mesa de jantar Half, de Guilherme Torres.

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5. Jardins

 (Andrés Otero/Prêmio CASA CLAUDIA)

Como se pintasse uma tela, com contrastes e texturas, Tania Manela Kurc foi formando durante décadas este jardim em sua casa de praia na Ilha Grande, Rio de Janeiro. Em torno dos bambuzais já existentes no terreno, ela criou caminhos de pedras e os ladeou com inúmeras espécies de forrações típicas da região, como a trapoeraba de tom púrpura. “Tudo aqui nasceu de mudas de partes da ilha que transplantei para os canteiros”, diz. No mirante de ipê-champanhe, a paisagista costuma passar horas contemplando sua obra.

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6. Hotéis e Pousadas

 (Fernando Lombardi/Prêmio CASA CLAUDIA)

O rústico charme desse povoado ao sul da Bahia está representado em todas as nuances no Uxua Casa Hotel & Spa. Ao reformar a antiga residência-ateliê do ceramista João José Calazans, o designer holandês Wilbert Das, proprietário e idealizador, cercou-se da mão de obra artística da região para transformá-la num hotel butique. Resultado: uma hospedaria de beleza singela, mas muito confortável. Da alvenaria ao mobiliário, empregaram-se materiais orgânicos recuperados e técnicas tradicionais. “O passado de Trancoso lhe garante um futuro brilhante”, afirma Wilbert.

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7. Lojas

 (MCA Estúdio/Prêmio CASA CLAUDIA)

Inaugurada há 140 anos no centro do Rio de Janeiro, a primeira botica Granado teve seu esplendor resgatado por Jorge Nascimento e Guilherme Saggese. Amparada por pesquisas, a dupla reproduziu os pisos de ladrilhos hidráulicos, os móveis da época e as vitrines originais. A iluminação indireta – bem como a parede de tijolos de demolição – também ajudou a recriar o ambiente do século 19. “A história arquitetônica da farmácia foi contada novamente”, considera Jorge. De tão fiel e inovadora, a proposta se transformou em conceito para as 36 lojas da marca.

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8. Restaurantes e Bares

 (Lufe Gomes/Prêmio CASA CLAUDIA)

Blocos de concreto celular, dutos e tubulações aparentes. O que fica oculto em outras obras, na Braz Trattoria, no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, se revela com honestidade e irreverência. “Vejo beleza na imperfeição. Por que escondê-la?”, questiona Vitor Penha, autor do projeto. No galpão com vista para a metrópole, a ambientação evoca a nostalgia de outras épocas. Quase tudo é fruto de garimpo. “Resgatei a autoestima de objetos vindos de um tempo no qual eles eram feitos para durar.”

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9. Escritórios e Consultórios

 (Bruno Contin/Prêmio CASA CLAUDIA)

O escritório da Idea Zarvos reflete o perfil de negócios da incorporadora paulista. “O objetivo foi criar um espaço condizente à realidade de nosso cliente, conhecido pela boa arquitetura que realiza em São Paulo”, diz Antonio Carlos Figueira de Mello, um dos sócios do Superlimão Studio. Distribuído em dois pisos, o inferior foi destinado às reuniões, que podem acontecer numa bem equipada sala interna ou na área externa, cercada por jardim. O andar superior concentra as mesas e ganha dinamismo graças ao colorido do mobiliário metálico.

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10. Mostras de Decoração

 (André Nazareth/Prêmio CASA CLAUDIA)

Na cobertura do CasaShopping, onde aconteceu a CASACOR Rio de Janeiro 2014, este spa, assinado por Gisele Taranto para a Deca, irradia calma e liberdade com áreas multiúso e com vista para a lagoa da Tijuca e a pedra da Gávea. No teto, uma malha de bambu distribui a luz que penetra pelas telhas translúcidas. “Do projeto arquitetônico aos móveis e obras de arte, tudo foi pensado para proporcionar uma experiência sensorial ao visitante”, afirma a arquiteta carioca, que também apostou nos estímulos de sons e aromas.

 (André Nazareth/Prêmio CASA CLAUDIA)

Um contêiner salta aos olhos no ambiente do Yamagata Arquitetura para a CASACOR Rio de Janeiro 2014. “A brincadeira foi colocar uma caixa dentro de outra caixa no galpão de 80 m²”, conta Paloma Yamagata, sócia de Bruno Rangel. Esse volume regeu a divisão espacial do loft com ambientes bem delimitados. Dentro do cubo metálico, fica o quarto e, em torno dele, gravitam sala, cozinha e até garagem. Piso e paredes, revestidos de placas de melamina, lembram o DNA industrial do projeto, enquanto o mobiliário de bom design realça o conforto.

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 (Divulgação/CASA CLAUDIA)

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