7 projetos com foco nos refugiados

Seja por meio da moradia, conscientização, arte ou mobiliário, estes designs buscam melhorar a qualidade de vida das vítimas de deslocamento

1. IKEA

Da IKEA, o The Better Shelter foi vencedor na categoria de arquitetura do prêmio Beazley de 2016, mas passou por uma reformulação para melhorar a acessibilidade e diminuir risco de incêndio. A missão do projeto foi criar uma estrutura temporária que integrasse dignidade e funcionalidade em 17,5 metros quadrados com o custo de 1250 dólares.

 (Divulgação/IKEA)

Da IKEA, o The Better Shelter foi vencedor na categoria de arquitetura do prêmio Beazley de 2016, mas passou por uma reformulação para melhorar a acessibilidade e diminuir risco de incêndio. A missão do projeto foi criar uma estrutura temporária que integrasse dignidade e funcionalidade em 17,5 metros quadrados com o custo de 1250 dólares.

 

2. Airbnb

Da IKEA, o The Better Shelter foi vencedor na categoria de arquitetura do prêmio Beazley de 2016, mas passou por uma reformulação para melhorar a acessibilidade e diminuir risco de incêndio. A missão do projeto foi criar uma estrutura temporária que integrasse dignidade e funcionalidade em 17,5 metros quadrados com o custo de 1250 dólares.

 (Reprodução/Dezeen)

A plataforma Open Homes é dedicada a unir anfitriões que estejam dispostos a abrigar refugiados e as pessoas que precisam do serviço. O projeto quer encontrar moradia temporária e gratuita para 100 mil pessoas em um prazo de cinco anos.

 

3. The SHED Project

Unindo um aluguel acessível ao uso de propriedades desocupadas em Londres, o projeto criou uma estrutura tipo minicasa que, temporária, permite que o morador viva com conforto e, ao mesmo tempo, previna a deterioração, vandalismo e a invasão de espaços amplos como armazéns e prédios empresariais. Tem foco em um estilo de vida rápido e transitório, mas poderia ser aplicado para pessoas em situação de rua e refugiados.

 (Reprodução/Dezeen)

Unindo um aluguel acessível ao uso de propriedades desocupadas em Londres, o projeto criou uma estrutura tipo minicasa que, temporária, permite que o morador viva com conforto e, ao mesmo tempo, previna a deterioração, vandalismo e a invasão de espaços amplos como armazéns e prédios empresariais. O The SHED Project em foco em um estilo de vida rápido e transitório, mas poderia ser aplicado para pessoas em situação de rua e refugiados.

 

4. Shigeru Ban

O arquiteto japonês Shigeru Ban, ganhador do prêmio Pritzker de 2014, assinou um acordo com a ONU para desenhar até 20 mil abrigos para refugiados no assentamento Kalobeyei, no Quênia.

 (Reprodução/UN-HABITAT)

O arquiteto japonês Shigeru Ban, ganhador do prêmio Pritzker de 2014, assinou um acordo com a ONU para desenhar até 20 mil abrigos para refugiados no assentamento Kalobeyei, no Quênia. Atualmente, o local é lar de mais de 37 mil refugiados.

 

5. SURI

Uma divisão da construtora espanhola Urbana, o escritório Suricatta Systems desenvolveu o SURI (Shelter Unit for Rapid Installation), um abrigo de instalação rápida composto por módulos. É fácil de transportar e adaptável às diversas condições climáticas.

 

6. Lahti University

Os estudantes da universidade finlandesa criaram uma coleção de mobiliário de papelão que é acessível e pode ser montado com facilidade.

 

7. Ai Weiwei

O artista chinês usou usa arte para chamar a atenção para a crise dos refugiados. Até o dia 1 de outubro, as janelas do Charlottenborg Palace ficaram bloqueadas com mais de 6 mil coletes salva-vidas coletados em Lesbos, a ilha grega por onde o fluxo de imigrantes passa para chegar à Europa.

 (Reprodução/Designboom)

O artista chinês Ai Weiwei usou usa arte para chamar a atenção para a crise dos refugiados. Até o dia 1 de outubro, as janelas do Charlottenborg Palace ficaram bloqueadas com mais de 6 mil coletes salva-vidas coletados em Lesbos, a ilha grega por onde o fluxo de imigrantes passa para chegar à Europa.

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