24 peças de design assinadas por profissionais renomados

Traço versátil: este time arrasa nos projetos de arquitetura e interiores - conheça as peças que eles também criaram

1. Dado Castello Branco: foco na simplicidade

À esquerda, Dado e a mesa Caminho (32 450 reais), desenvolvida para um projeto em Miami e acabou entrando em linha. À direita e em cima, detalhe da mesa de pingue-pongue (50 342 reais) assinada por Dado e pela designer Etel Carmona. Embaixo, a mesa de gamão (18 596 reais) com marcações do jogo feitas de freijó e sucupira e pés de cobre.

À esquerda, Dado e a mesa Caminho (32 450 reais), desenvolvida para um projeto em Miami e acabou entrando em linha. À direita e em cima, detalhe da mesa de pingue-pongue (50 342 reais) assinada por Dado e pela designer Etel Carmona. Embaixo, a mesa de gamão (18 596 reais) com marcações do jogo feitas de freijó e sucupira e pés de cobre. (André Klotz/Revista CASA CLAUDIA)

As primeiras peças que ele colocou em linha foram encomendadas pela Etel. “Somos parceiros frequentes, pois utilizo muitos móveis da loja em meus projetos. Há uma década, recebi o convite para desenvolver uma coleção própria, já com cerca de dez itens. Os mais recentes são uma mesa e um oratório”, explica o arquiteto. No design, Dado não abre mão de conforto e traços simples e gosta bastante de trabalhar com a madeira e o couro. “Ultimamente, tenho experimentado ainda cobre e pedras”, diz o profissional, que também assina criações para a Casapronta.

 

2. Patricia Anastassiadis: histórias para criar

À esquerda, Patricia no sofá Illi (27 262 reais), de formas orgânicas e revestimento de veludo em um tom sequinho de rosa. À direita e em cima, em primeiro plano, a mesa de centro Fold (a partir de 9 412 reais), com estrutura de aço-carbono e tampo de vidro. Embaixo, a banqueta Giorgio combina base de aço inox e acabamento dourado com tapeçaria de veludo. Preço: 9 357 reais.

À esquerda, Patricia no sofá Illi (27 262 reais), de formas orgânicas e revestimento de veludo em um tom sequinho de rosa. À direita e em cima, em primeiro plano, a mesa de centro Fold (a partir de 9 412 reais), com estrutura de aço-carbono e tampo de vidro. Embaixo, a banqueta Giorgio combina base de aço inox e acabamento dourado com tapeçaria de veludo. Preço: 9 357 reais. (André Klotz/Revista CASA CLAUDIA)

Patricia transita – desde o início de sua carreira – entre projetos de arquitetura e design de interiores e de produtos. E, em todas essas frentes, sempre parte de um storytelling (no qual imagina situações, ambientes e personagens). “Essa necessidade, eu herdei da minha mãe, que é estilista e junta muitas referências antes de criar”, conta a arquiteta, que em 2015 assumiu a direção artística da Artefacto. Este ano, ela desenhou 38 peças para a marca. “Investi em cores como rosa, verde e azul-claro e banhos de metais diversos, de cobre, níquel e bronze”, diz ela.

 

3. Alfio Lisi: madeira como protagonista

À esquerda, Alfo junto do cabide Musa, da torre Muxarabi e do banquinho Abaporu, que tem no assento uma xilogravura do artista pernambucano J. Borges. Preços sob consulta. À direita e em cima, no bufê Fanny, as lâminas de pau-ferro formam um belo efeito gráfico. Embaixo, as mesinhas Chega Aqui deram origem a uma linha, que ganhará uma luminária.

À esquerda, Alfo junto do cabide Musa, da torre Muxarabi e do banquinho Abaporu, que tem no assento uma xilogravura do artista pernambucano J. Borges. Preços sob consulta. À direita e em cima, no bufê Fanny, as lâminas de pau-ferro formam um belo efeito gráfico. Embaixo, as mesinhas Chega Aqui deram origem a uma linha, que ganhará uma luminária. (André Klotz/Revista CASA CLAUDIA)

Titular de um escritório de arquitetura há mais de 20 anos, Alfo investiu no design a partir de 2000, quando montou um ateliê de marcenaria, o Artífice. Suas matérias-primas preferidas? Freijó, sucupira e pau-ferro. Mas ele também curte a muiracatiara, usada na coleção π (com produtos que lembram o símbolo matemático). Há quatro meses, lançou a linha Muxarabi, que traz um olhar contemporâneo sobre as treliças. “A mágica acontece mesmo dentro do ateliê, com a mão na massa, pois gosto bastante de dar espaço ao improviso”, conta. Aqui, em São Paulo, as peças podem ser encontradas na Dpot.

 

4. Guilherme Torres: design atemporal

À esquerda, Guilherme desenhou também a mesa Fifties (a partir de 25 mil reais), de aço-carbono e MDF. À direita e em cima, os bancos Hana e Zaki (23 mil reais, o par) brincam com o sobrenome do paisagista Alex Hanazaki, parceiro frequente de trabalho. Embaixo, a Pil Armchair (a partir de 26 mil reais) teve como referência um sofá dos anos 1950.

À esquerda, Guilherme desenhou também a mesa Fifties (a partir de 25 mil reais), de aço-carbono e MDF. À direita e em cima, os bancos Hana e Zaki (23 mil reais, o par) brincam com o sobrenome do paisagista Alex Hanazaki, parceiro frequente de trabalho. Embaixo, a Pil Armchair (a partir de 26 mil reais) teve como referência um sofá dos anos 1950. (André Klotz/Revista CASA CLAUDIA)

“Já no início da carreira, percebi que os móveis que eu desenhava para os projetos chamavam a atenção e tratei de colocá-los no mercado”, conta o arquiteto. Entre suas principais características, destacam-se o trabalho meticuloso de proporções e o uso das cores. Outra bandeira levantada é a do design feito para durar. “Hoje prefiro testar novos materiais numa peça existente, em vez de criar algo inédito a cada temporada”, explica Guilherme. Além de seu estúdio, ele possui outra empresa, a Nos Furniture, que produz e vende tanto suas criações quanto as de outros profissionais convidados.

 

5. Paulo Alves e FGMF: contraste de materiais

Paulo (de verde), Fernando, Lourenço e Rodrigo desenharam juntos a coleção Farofa. As cadeiras (1 740 reais, cada uma) da linha têm pés de madeira e assento e encosto feitos de chapas de aço.

Paulo (de verde), Fernando, Lourenço e Rodrigo desenharam juntos a coleção Farofa. As cadeiras (1 740 reais, cada uma) da linha têm pés de madeira e assento e encosto feitos de chapas de aço. (André Klotz/Revista CASA CLAUDIA)

De tempos em tempos, o design de produto aparece entre os trabalhos de Lourenço Gimenes, Fernando Forte e Rodrigo Marcondes Ferraz, o time de arquitetos à frente do FGMF. A novidade mais recente é a coleção Farofa, desenvolvida em parceria com o também arquiteto e designer Paulo Alves, dono do estúdio que leva seu nome, onde as peças podem ser encontradas. Formado por cadeira, mesa, banqueta e – em breve – poltrona, o conjunto promove um encontro quase antagônico: de um lado, a madeira (orgânica) e, de outro, as chapas metálicas (industriais).

 

6. Marina Linhares: fã do traço escandinavo

À esquerda, a designer de interiores posa em frente à mesinha (7 050 reais) da coleção Antônia. À direita e em cima, o criado-mudo da mesma linha vale 7 720 reais. Embaixo, na escrivaninha (14,1 mil reais) do conjunto, mais um exemplo do trabalho elaborado de marcenaria que virou marca registrada nos projetos de Marina.

À esquerda, a designer de interiores posa em frente à mesinha (7 050 reais) da coleção Antônia. À direita e em cima, o criado-mudo da mesma linha vale 7 720 reais. Embaixo, na escrivaninha (14,1 mil reais) do conjunto, mais um exemplo do trabalho elaborado de marcenaria que virou marca registrada nos projetos de Marina. (André Klotz/Revista CASA CLAUDIA)

O grande destaque no portfólio de produtos criados pela designer de interiores é a coleção Antônia, desenvolvida para a Casapronta. “Essa é a nossa segunda parceria”, conta Marina, que desenhou desta vez cômoda, criado-mudo, escrivaninha, mesinha e rack. O mobiliário escandinavo serviu de referência à linha – daí a presença da madeira clara (carvalho-americano) e (em quase todas as peças) das formas arredondadas. Apaixonada por madeira e metal, a designer vem flertando também com o acrílico, material que em breve deverá aparecer em suas criações.

 

7. Pascali Semerdjian: interagir é a pedida

À esquerda, Domingos (de óculos) e Sarkis aproveitaram sobras de madeira (cumaru, sucupira e freijó) na mesa de centro Tríplice (14 990 reais). À direita e em cima, as luminárias Ani (3 609 reais, cada uma) podem ser ajustadas em cinco posições. Embaixo, o mancebo Alfred (16 103 reais) foi inspirado no mordomo do Batman.

À esquerda, Domingos (de óculos) e Sarkis aproveitaram sobras de madeira (cumaru, sucupira e freijó) na mesa de centro Tríplice (14 990 reais). À direita e em cima, as luminárias Ani (3 609 reais, cada uma) podem ser ajustadas em cinco posições. Embaixo, o mancebo Alfred (16 103 reais) foi inspirado no mordomo do Batman. (André Klotz/Revista CASA CLAUDIA)

A primeira peça dos sócios Domingos Pascali e Sarkis Semerdjian a entrar em linha foi o sofá Nuvem, projetado para um cliente. “Ele não gostou do produto, mas a Etel, que se encarregaria da fabricação, sim. Aí iniciamos uma parceria, que já soma cerca de dez criações”, fala Sarkis. Apostar em outros materiais, além da madeira, desenhar uma cadeira de jantar e investir em tecidos de cores vivas está entre os desejos atuais da dupla, que tem como marca registrada o desenvolvimento de itens que convidam à interatividade.

 

8. Suite Arquitetos: pegada cool

À esquerda, Filipe Troncon, Carolina Mauro (de vestido) e Daniela Frugiuelle curtem combinações nada convencionais. À direita e em cima, arandela Linha, à venda por 2,7 mil reais. Embaixo, esta outra peça, da mesma coleção, também sai por 2,7 mil reais. As duas levam latão escovado e lâmpadas de vidro leitoso.

À esquerda, Filipe Troncon, Carolina Mauro (de vestido) e Daniela Frugiuelle curtem combinações nada convencionais. À direita e em cima, arandela Linha, à venda por 2,7 mil reais. Embaixo, esta outra peça, da mesma coleção, também sai por 2,7 mil reais. As duas levam latão escovado e lâmpadas de vidro leitoso. (André Klotz/Revista CASA CLAUDIA)

Uma das características mais marcantes dos projetos da Suite Arquitetos, criada em 2008 por Carolina Mauro, Daniela Frugiuele e Filipe Troncon, são as peças de mobiliário desenhadas pelo trio. Há pouco mais de dois anos, eles oficializaram o selo Suite Design, que colocou no mercado três dezenas de criações elegantes e ao mesmo tempo descoladas, marcadas por traços minimalistas e elementos inusitados – como bocais de ar-condicionado (que deram origem à coleção AC). Na La Lampe, podem ser encontradas as luminárias do conjunto batizado Linha.

 (Divulgação/CASA CLAUDIA)

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