Design manual: 5 designers especialistas em produção limitada

Estas cinco oficinas, publicadas em CASA CLAUDIA de julho, têm em comum a produção de peças de mobiliário em pequenas séries, o que evidencia um movimento de resgate de técnicas artesanais

80e8: criação sem pressa

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A parceria entre os designers Fabio Esteves e Antonia Almeida se formou logo no início da faculdade – juntos, eles fizeram projetos que extrapolaram o ambiente acadêmico e resultaram na abertura do estúdio, em 2011. Adeptos do chamado slow design e com o desejo de criar livremente, eles mantêm a concepção manual do trabalho. “Desenhamos e finalizamos as peças, buscando entender como cada material se comporta para explorar seu potencial”, fala Antonia. A dupla põe em prática ideias próprias e recebe encomendas de móveis únicos.

 

O Rodrigo que Fez: gosto pela prática

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Apesar de trabalhar com processos de marcenaria considerados antigos, os móveis fabricados pelo designer e marceneiro Rodrigo Silveira seguem um estilo atemporal. “Cada criação minha é pensada para durar várias gerações, por isso as peças não saem de moda”, conta ele. Rodrigo chegou a morar fora do Brasil para aprender novas técnicas de desenho, e essa experiência não apenas reforçou nele a paixão pelo ofício, mas o fez perceber: curtir a produção significa colocar a mão na massa e esculpir, ele mesmo, a madeira.

 

Casa Costillas: tradição familiar

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Quando oficializou a atuação como marceneiro, em 2015, Danilo Costillas resgatou o nome da antiga lojade móveis do bisavô, que funcionava em Santos, e abriu a Casa Costillas. Aqui, fabrica bancos, mesas eoutras peças de madeira maciça. “Executei os primeiros itens com material que sobrou de uma reforma”,conta. A paixão pelo trabalho manual nasceu na infância, quando ele brincava na oficina do tio-avô, queera entalhador. “Minhas criações são feitas para contar histórias e serem passadas para as gerações futuras.”

 

Serracopo: estética minimalista

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Quando começou a fabricar mobiliário, em 2013, o designer Henrique Aires Bolognini dividia uma oficinacom outros profissionais. No mês passado, porém, conseguiu se mudar para um espaço próprio e darcontinuidade ao trabalho com madeira e aço, focando nas 15 peças disponíveis em linha. “Sempre pensoem como dar utilidade prática a um objeto e garantir a ele formas proporcionais e harmônicas”, conta.Henrique também costuma fazer projetos de ambientes planejados, com itens desenhados sob medida.

 

Gabbo Torres: estudo e experimentação

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Em 2011, ainda na faculdade, Henrique Gabbo Torres abriu seu primeiro estúdio de arquitetura e design,em que começou a brincar com desenhos e escalas. De lá para cá, formou diversas parcerias até quedecidiu seguir carreira solo. Suas criações exploram, principalmente, as possibilidades dos metais, usados na forma de chapas ou tubos. “Trabalho com tiragens pequenas. Por isso, acho necessário mesclar processos industriais com artesanais para entregar ao cliente um produto final com valores justos”, explica.

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