O artista francês Henri Matisse apresenta centenas de colagens coloridas

A Tate Modern, em Londres, organiza a mais abrangente exposição dos recortes assinados pelo genial artista francês Henri Matisse. 

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No início dos anos 1940, quando o francês Henri Matisse parou de pintar devido a problemas de saúde que o impediam de ficar muito tempo de pé em frente ao cavalete, ele desenvolveu uma nova forma de expressão. Ao se distanciar das maneiras tradicionais de pintura, o mestre começou a recortar papéis coloridos a guache para criar colagens sublimes de composições abstratas e figurativas. Esse período efervescente se estendeu até sua morte, em 1954, e é o tema da mostra The Cut-Outs, na Tate Modern.

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São 120 obras cuja maestria no uso das cores, marca indelével de seu legado, continua a emocionar, alegrar e confortar o espectador. “Gostaria que o homem cansado, sobrecarregado, acabado encontrasse paz e sossego nos meus quadros”, dizia. Os recortes, como pinturas realizadas com tesoura e papel, fazem parte do capítulo final da trajetória de um dos maiores artistas do século 20. São trabalhos icônicos que sintetizam a sofisticação criativa de Matisse e podem ser vistos até o dia 7 de setembro. 

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