Os artesãos que chamaram a atenção na Casa Brasil

Um divertido assento de banco que imita polenta está entre as peças do projeto Cantina Benta, em Bento Gonçalves, RS

Neto de italianos, Elpídio Tremarin, 79 anos, transforma cipó, vime e, mais recentemente, galhos de parreira em cestos e bancos. Iara Carini de Medeiros, 61 anos, aprendeu com a avó materna, ainda na infância, o nhanduti, um tipo de renda. Como eles, mais 31 artesãos, moradores de diversas localidades do município gaúcho de Bento Gonçalves, tiveram a chance de ver valorizado e renovado seu artesanato. Durante pouco mais de um ano, essa turma, de faixa etária entre 26 e 81 anos, participou de oficinas organizadas pelo projeto Cantina Benta. “Fizemos exercícios em grupo e individuais para cada uma das 12 técnicas trabalhadas”, conta o designer Renato Imbroisi, idealizador da iniciativa com as arquitetas Tina Moura e Lui Lo Pumo. Inspirada na gastronomia e nas raízes italianas da região, a coleção de 81 produtos foi lançada durante a Casa Brasil, feira de design realizada em agosto. “Vendemos quase tudo e agora queremos oferecer os itens no roteiro turístico da cidade”, diz Maria de Lourdes Pancotte, assessora do projeto.

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