Propriedade recupera processo artesanal de produção e tecelagem de lã

Ovinocultores de Araricá, cidade a 60 km de Porto Alegre, criam peças de decoração e de vestuário feitas de lã em uma propriedade chamada Güntherland.

Do fogão a lenha, vem o cheiro do almoço. Se o vento bate de um lado, sente-se o aroma das florzinhas de erva-lanceta. Se bate de outro, o de macela. O barulho ao longe é de balidos de ovelha. “São animais saudáveis e bem tratados”, conta Alfredo Reich, médico cardiologista e dono da Güntherland. Há dez anos, ele decidiu criar os bichinhos do jeito mais natural possível: as ovelhas comem só pasto e, no inverno, uma mistura de pé de milho triturado. Silvia, a mulher de Alfredo, médica como ele, aprendeu a tecer, tricotar e criar objetos artesanais com a lã, colocados à venda em seu ateliê. Em um curso de ovinocultura, os Reich conheceram outro casal que resolveu mudar de vida: Ellen e Fabio Ely. Ela, bailarina clássica, e ele, bancário, haviam ficado desempregados em Porto Alegre e resolveram ir para o interior. Fabio se especializou na fiação, e Ellen, no tingimento natural. Os quatro se tornaram amigos e hoje tocam a propriedade juntos, produzindo peças de decoração e de vestuário que são pura maciez.

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