Pufes, mesinhas e banquetas pela casa toda

Pufes, mesinhas e banquetas são fáceis de levar de cá para lá quando bater a vontade de mudar a decoração. Além de ser um charme contar com um apoio assim

*Matéria publicada em Casa Claudia #617 – Janeiro de 2013

*Largura X profundidade X altura.

Pontos de cor na sala

Acomodadas perto da estante ebanizada, duas peças queridas dão um toque de graça ao ambiente. “A banqueta antiga com escadinha, comprei em um bazar de caridade e a cadeira foi presente de um amigo, que a restaurou”, conta o morador. Uma ajuda a alcançar os volumes das prateleiras mais altas (nessas horas, o vaso de vidro e a luminária saem de cena) e a outra serve de assento para quem quiser folhear um dos mais de 4 mil títulos da coleção.

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Magrinha e versátil

No loft de apenas 18,6 m², que criou na Casa Cor Rio deste ano, a arquiteta Paloma Yamagata privilegiou móveis leves. “Ao lado da cama, coloquei uma mesinha que pode tranquilamente migrar para perto do sofá e funcionar como apoio para o laptop”, conta. O móvel, modelo Trebbi (42 x 42 x 44 cm*), tem estrutura de aço-carbono e tampo de vidro (1 850 reais na Conceito Empório Casa). Moringa da Marché Art de Vie e bonecas da Loja Teo.

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Dupla inesperada

Em vez de uma mesa maiorzinha, a designer Mayra Navarro optou por brincar com dois apoios menores na lateral do sofá: a mesinha de imbuia dos anos 1960, com tampo laqueado de azul-claro, e um simpático banco de pínus desenhado por ela – batizado de Pallet, mede 35 x 35 x 45 cm* e custa 80 reais, sob encomenda. “Como as peças têm alturas diferentes, uma não esconde a outra e isso faz esta parceria inusitada dar certo”, explica.

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Clássico repaginado

Forrada de um patchwork de tecidos vintage, assinado pela designer Ana Strumpf, a banqueta de estilo Luís 15 (65 x 45 x 40 cm*) ganhou um ar de frescor. “Ela é uma peça atemporal e não precisa cumprir uma única função: forma um bonito conjunto com o aparador da sala de jantar e serve de apoio para os pés na sala de estar”, conta a arquiteta Cristina Bozian, autora do projeto. “Gosto de móveis soltos, que andam pela casa.”

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Apelo aconchegante

A madeira trouxe acolhimento ao ambiente das arquitetas Adriana Valle e Patrícia Carvalho na última Casa Cor Rio. Tábuas de pínus forraram a parede da cabeceira e, para acompanhar, a mesa lateral é um tamborete de freijó com tampo de mármore (40 cm de diâmetro x 42 cm de altura, do Arquivo Contemporâneo). Completando a cena, apenas apoiada na parede, a cabeceira estofada e revestida de linho foi executada pela Ofcina 2.

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*Matéria publicada em Casa Claudia #617 – Janeiro de 2013

 

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