Tendência: 12 peças e mobiliários com palhinha

Hit do mobiliário moderno, o material vem novamente esquentar o décor com sua trama delicada

O sofá Cannage (2,10 m x 80 cm x 78 cm, 4 350 euros), de David Hodkinson para a Red Edition, faz uma leitura contemporânea das peças coloniais. Tem estrutura de faia maciça tingida, pés de latão e trama de junco produzida no Vietnã.

O sofá Cannage (2,10 m x 80 cm x 78 cm, 4 350 euros), de David Hodkinson para a Red Edition, faz uma leitura contemporânea das peças coloniais. Tem estrutura de faia maciça tingida, pés de latão e trama de junco produzida no Vietnã. (Divulgação/Revista CASA CLAUDIA)

Originária da Índia, a palhinha tinha presença certa nas mansões coloniais ao redor do mundo. Sua textura aberta driblava o calor sem perder a elegância nem o conforto. Chegou ao Brasil pelas mãos dos portugueses e aqui ficou, reconhecida como o acabamento ideal para cadeiras e sofás em nosso clima tropical. “Ela aparece até mesmo nos inventários de bens do século 19, que mencionavam peças de palhinha usadas para refrescar”, conta Arnaldo Danemberg, especialista em móveis brasileiros e europeus.

À esquerda, no loft parisiense idealizado pela designer de interiores Sarah Lavoine, o fundo branco contrasta com peças de desenho atual. O ponto alto vem do sofá, encontrado num antiquário. À direita, o Atelier2+N resgatou uma técnica tailandesa no armário da Cane Collection (85 cm x 62 cm x 2,20 m), criado para a Podium. A peça, com estrutura de freixo, exibe trama artesanal de rattan nas portas. Preço sob consulta.

À esquerda, no loft parisiense idealizado pela designer de interiores Sarah Lavoine, o fundo branco contrasta com peças de desenho atual. O ponto alto vem do sofá, encontrado num antiquário. À direita, o Atelier2+N resgatou uma técnica tailandesa no armário da Cane Collection (85 cm x 62 cm x 2,20 m), criado para a Podium. A peça, com estrutura de freixo, exibe trama artesanal de rattan nas portas. Preço sob consulta. (Divulgação/Andrea Ferrari/Revista CASA CLAUDIA)

De tempos em tempos, porém, a trama surge renovada. Já encantou os mestres do mobiliário moderno, como Joaquim Tenreiro e Geraldo de Barros. Agora é matéria-prima de uma nova leva de designers. “Molda-se bem ao corpo e nada substitui seu toque”, diz Gustavo Bittencourt, autor da coleção Iaiá. Para a designer de interiores francesa Sarah Lavoine, é um elemento fundamental na hora de mesclar diversas influências. “Amo a pegada natural e a atmosfera despojada que ela proporciona.”

Abaixo, confira nossa seleção de produtos e mobiliário:

 (Divulgação/CASA CLAUDIA)

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