A história do homem-peixe

Mostra no Museu da Gente Sergipana conta a história do Zé Peixe, o José Martins Ribeiro Nunes. 

Figura lendária em Aracaju, José Martins Ribeiro Nunes (1927-2012) dispensava o uso de barco para exercer sua atividade de prático – aquele que orienta as manobras dos navios no porto. Ia a nado pelo rio Sergipe e, assim, virou Zé Peixe, cuja vida é contada numa bela exposição.

O impulso e a tomada de fôlego, necessários para rasgar as águas, ficaram eternizados na escultura de concreto assinada pelo artista Elias Santos, posicionada no jardim frontal do Museu da Gente Sergipana, instituição dedicada à cultura e ao modo de vida desse povo. “É uma imagem interessante, já que o prédio fica voltado para as margens do rio Sergipe”, explica Ezio Déda, diretor do museu e superintendente do Instituto Banese. Zé Peixe – que recebeu diversos prêmios por seus feitos, entre eles a Medalha Mérito Tamandaré, da Marinha – foi retratado na estátua e também em desenhos e xilogravuras exatamente como era visto diariamente: com os pés descalços e vestindo um calção de banho. “Ele era um homem humilde, mas com capacidades extraordinárias”, afirma Marcelo Rangel, diretor de projetos do Instituto Banese.  

 

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