Ceia de Natal: três jeitos (lindos!) de decorar a mesa

Convidamos gente bacana a idealizar lindas decorações de mesa de Natal. De estilos diferentes, todas expressam alegria, carinho e hospitalidade.

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Informalidade regada a afeto

 

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“A tradição da minha família é passar o Natal em Araraquara, interior de São Paulo, onde nasci. Por isso, para celebrar com os amigos daqui, na capital, organizo um almoço em casa todos os anos, no início de dezembro. Procuro descomplicar as coisas, pois trabalho muito e sobra pouco tempo para grandes preparativos. A ideia é mais transformar a casa num ambiente gostoso e alegre do que tentar fazer uma festa perfeita. Mesmo no menor dos espaços e com as peças que a gente tem, dá para criar uma arrumação bonita na mesa, misturando as louças e espalhando fores pelo ambiente. O cardápio tem que ser especial, mas também sem muito trabalho. A dica para quem não tem tempo ou não sabe cozinhar é encomendar uma ceia pronta e escolher um bom vinho. O mais importante para os convidados é a expressão de carinho em cada detalhe.”

Carolina Brandão, chef dos restaurantes Carlota e Las Chicas, em São Paulo.

Releitura da tradição

 

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“Imaginamos uma noite de Natal sutil e simples, acolhendo os símbolos que estão em nossa imaginação desde a infância. As bolas vermelhas, tão tradicionais, foram pintadas a mão na toalha da mesa, um gesto de dedicação a nossos convidados queridos. Elas também aparecem na forma de tomates na travessa, que abriga ainda um elefante, sinal de fartura. Uma árvore futuante remete à magia desta época. Nela, está apenas um enfeite de vidro antigo – com esse objeto, quisemos simbolizar a sobrevivência de rituais como esta festa. No presépio, o Menino Jesus é representado por um boneco de porcelana, bem velhinho e desgastado. Afnal, ele tem 2012 anos! Desta vez, quem dá as boas-vindas ao bebê é um coelho de pelúcia. E, na lareira, garrafas antigas, velas, pedaços de tecidos com mensagens e interligados por um fo signifcam a união sob o abrigo do fogo sagrado.”

Caio de Medeiros e Daniela Scorza, designers à frente do Estúdio Manus.

Memórias acalentadas

 

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“Arrumei a mesa para um almoço de Natal com o desejo de homenagear duas pessoas muito especiais. A primeira delas é minha mãe, Nice Ziccardi, banqueteira, que trabalhou arduamente durante muitos anos. Aprendi com ela a arte de receber e arrumar uma mesa com carinho, cuidando de cada detalhe. Dela herdei também uma parte da prataria do bufê. A outra personagem querida é minha sogra, Zezé Mendonça, psiquiatra já falecida. Mulher de gosto requintado, ela deixou para meu marido e eu muitas louças e o faqueiro, conjuntos montados ao longo do tempo, em viagens pelo mundo, e que utilizei neste arranjo de mesa. Às memórias da família, adicionamos a nossa história, com os objetos que vamos agregando aos poucos. Acredito que, combinando o apreço pelas lembranças com a alegria de celebrar o presente, vamos mantendo vivo o espírito de bem acolher.”

Silvana Mendonça, fonoaudióloga.

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