Retrospectiva: as 10 melhores estruturas temporárias de 2016

Com arquiteturas completamente diferentes, o intuito destas estruturas foi reunir pessoas e prover experiências diferentes pelas cidades do mundo

Em Londres, Xangai, Roterdã, Melbourne, Bondi Beach, Veneza e Shanxi, estas dez estruturas temporárias foram eleitas as melhores do ano pelo Design Boom. Apesar de temporárias, estas diferentes arquiteturas buscaram reunir pessoas e, ocupando novos espaços, promover experiências novas. Confira:

1. Droneport

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O que é: Na Bienal de arquitetura de Veneza, a Droneport funcionou como um protótipo do projeto do Foster + Partners, que quer usar a estrutura para a entrega de produtos medicinais e suprir outras necessidades em regiões como Ruanda, na África.

Onde ficou: Veneza, Itália

Quem assina: Norman Foster

2. Unzipped Wall

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O que é: Ícone do Serpentine Pavilion deste ano, esta estrutura foi construída com fibra de vidro, arranjada em formato degradê. Na parte de dentro, um café e um palco.

Onde ficou: Londres, Inglaterra

Quem assina: BIG – Bjarke Ingels Group

3. Envision Pavilion

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O que é: Pavilhão no estilo andaime, o Envision foi feito com inspiração na exploração do futuro da humanidade com relação à arquitetura. Um espaço para palestras e eventos fica sob a estrutura.

Onde ficou: Xangai, China

Quem assina: Sou Fujimoto

4. Smile Installation

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O que é: Cuvrilínea, a instalação de madeira ficou exposta no London Design Festival. Interativa, a estrutura tem duas aberturas – uma de cada lado –, que iluminam o interior e oferecem uma vista da cidade.

Onde ficou: Londres, Inglaterra

Quem assina: Alison Brooks Architects

5. The Stairs

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O que é: Também tipo andaime, The Stairs foi criada com 180 degraus dispostos ao longo de 29 metros de altura, interligando a estação central ao topo do Groot Handelsgebouw, importante prédio. Ali, um deck de observação temporário foi instalado.

Onde ficou: Roterdã, Holanda

Quem assina: MVRDV

6. MPavilion

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O que é: Exposta na 2016 MPavilion, a estrutura foi erguida com sete quilômetros de bambu, 29 quilômetros de corda e 50 toneladas de pedra. O espaço, criado para workshops, eventos e performances, possui uma abertura no topo, que simboliza a conexão entre o céu e a terra. Abaixo dessa abertura, um poço dourado representa a importância da água para a comunidade.

Onde ficou: Melbourne, Austrália

Quem assina: Bijou Jain / Studio Mumbai

7. Container Stack Pavilion

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O que é: Seis contêineres amarelos foram intercalados com seis contêineres vermelhos para dar forma ao Container Stack Pavilion. Facilmente desmontada e movida para outros lugares, cada unidade conta com paredes de vidro.

Onde ficou: Shanxi, China

Quem assina: People’s Architecture Office (PAO)

8. Dynamics Impermanence

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O que é: Parte do evento Sculpture by the Sea, esta estrutura foi criada para explorar novas maneiras de experimentar, interpretar e habitar obras de arte. Feita com contraplacado de bétula, concreto e aço inoxidável, as perspectivas do local mudam conforme o horário do dia e o clima.

Onde ficou: Bondi Beach, Austrália

Quem assina: Nicole Larkin

9. Second Dome

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O que é: Versátil, este espaço de 400 metros quadrados foi originado de uma bolha de 65 metros quadrados. Com vários ambientes, a Second Dome responde à necessidades urbanas específicas e reage ao vento e pressão.

Onde ficou: Londres, Inglaterra

Quem assina: DOSIS

10. Kapkar SF-P7S Pavilion

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O que é: Pensada para abrigar discussões, exposições e eventos culturais, foi pedido ao escritório que eles criassem uma peça de arquitetura marcante que pudesse ser facilmente desmontada e transportada. Com capacidade para pelo menos 50 pessoas, o local é naturalmente iluminado – a estrutura faz referência aos telhados usados antigamente nas casas e cabanas da região.

Onde ficou: Holanda

Quem assina: Studio Frank Havermans

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