A casa charmosa de Jean de Just no interior da França

Quem conhece o espaço entende por que é difícil convencer seus donos a passar os fins de semana em outro lugar

Quem conhece o espaço entende por que é difícil convencer seus donos a passar os fins de semana em outro lugar A fachada histórica, construída no período napoleônico.

A fachada histórica, construída no período napoleônico. (Frédéric Vasseur/Revista CASA CLAUDIA)

Ainda criança, Jean de Just passou inúmeras vezes em frente a esta casa, no interior da França, sem imaginar que ela seria sua. “Meu pai sempre nos levava para caminhar pelos arredores”, lembra o arquiteto, nascido numa cidadezinha a 20 km de distância.

Quem conhece o espaço entende por que é difícil convencer seus donos a passar os fins de semana em outro lugar Neste quarto, o xadrez vai da poltrona (tecido da Manuel Canovas) ao teto (estampa de Jane Churchill para a Colefax & Fowler).

Neste quarto, o xadrez vai da poltrona (tecido da Manuel Canovas) ao teto (estampa de Jane Churchill para a Colefax & Fowler). (Frédéric Vasseur/Revista CASA CLAUDIA)

Anos depois, morando em Paris, ele e o namorado, o também arquiteto Laurent Croissandeau, buscavam um refúgio no campo quando encontraram a construção do século 19 à venda, mas praticamente em ruínas. “Conseguimos aproveitar pouco da casa original”, fala.

Quem conhece o espaço entende por que é difícil convencer seus donos a passar os fins de semana em outro lugar A mesa com tampo de inox, feita por um carpinteiro, ajuda no preparo dos almoços e jantares. Pastilhas da Bisazza cobrem as paredes. Pendentes da Original BTC.

A mesa com tampo de inox, feita por um carpinteiro, ajuda no preparo dos almoços e jantares. Pastilhas da Bisazza cobrem as paredes. Pendentes da Original BTC. (Frédéric Vasseur/Revista CASA CLAUDIA)

Além da fachada, ele e Laurent preservaram itens como as vigas de madeira da cozinha e antigos frontões de lareira – sob um deles, encaixaram o fogão.

Quem conhece o espaço entende por que é difícil convencer seus donos a passar os fins de semana em outro lugar O adorno de cerâmica no corrimão da escada foi comprado no Brasil.

O adorno de cerâmica no corrimão da escada foi comprado no Brasil. (Frédéric Vasseur/Revista CASA CLAUDIA)

No décor, a dupla não se prendeu a um único estilo: Jean achou bem-vindo um toque campestre, enquanto o namorado trouxe o ar cosmopolita ao projeto. “Ele tem uma essência mais urbana. Mesclamos essas influências com um clima retrô”, diz.

Quem conhece o espaço entende por que é difícil convencer seus donos a passar os fins de semana em outro lugar Laurent desenhou o biombo da sala, que repete o azul do sofá (Ikea) e da foto de Franck Thiel. Mesa de centro da Vitra.

Laurent desenhou o biombo da sala, que repete o azul do sofá (Ikea) e da foto de Franck Thiel. Mesa de centro da Vitra. (Frédéric Vasseur/Revista CASA CLAUDIA)

Quando não está no Brasil (Jean mantém um escritório no Rio de Janeiro), é fácil saber onde encontrá-lo nos fins de semana. De preferência na cozinha, como um bom francês. “Embora tenhamos 600 m² à disposição, ocupamos um ambiente só na maior parte do tempo”, conta aos risos.

Quem conhece o espaço entende por que é difícil convencer seus donos a passar os fins de semana em outro lugar Gravuras antigas preenchem a parede no quarto de hóspedes. Cabeceira da Habitat, abajur da Manufactor e enxoval da Ralph Lauren.

Gravuras antigas preenchem a parede no quarto de hóspedes. Cabeceira da Habitat, abajur da Manufactor e enxoval da Ralph Lauren. (Frédéric Vasseur/Revista CASA CLAUDIA)

Confira mais fotos abaixo:

Quem conhece o espaço entende por que é difícil convencer seus donos a passar os fins de semana em outro lugar Alguns dos objetos que o casal adora garimpar em eventos do tipo garage sale (chamados vide-grenier na França) ficam sobre a bancada ao fundo, assinada por Laurent. O sofá leva tecido da Kvadrat.

Alguns dos objetos que o casal adora garimpar em eventos do tipo garage sale (chamados vide-grenier na França) ficam sobre a bancada ao fundo, assinada por Laurent. O sofá leva tecido da Kvadrat. (Frédéric Vasseur/Revista CASA CLAUDIA)

Quem conhece o espaço entende por que é difícil convencer seus donos a passar os fins de semana em outro lugar “Aqui, tomo o melhor banho do mundo”, afirma Jean sobre o banheiro da suíte principal. Metais da Boff.

“Aqui, tomo o melhor banho do mundo”, afirma Jean sobre o banheiro da suíte principal. Metais da Boff. (Frédéric Vasseur/Revista CASA CLAUDIA)

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 (Divulgação/CASA CLAUDIA)

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