Apartamento de 140 m² com vista incrível da cidade

Ao dar de cara com este terraço, o casal se apaixonou. E não é para menos: ele tinha o espaço de que eles precisavam para montar um jardim vertical

O tamanho do apartamento até causou certa dúvida. Já a varanda… “Fechamos o negócio por causa dela”, lembra o morador. Inicialmente, a ideia era comprar um apê maior (este mede 140 m²), mas, quando viu a área externa, o casal não resistiu. “Ela era perfeita. Até nos paredões, pois a gente queria muito um jardim vertical”, diz. O amigo Felipe Alalou foi chamado para criar o muro verde, hoje com mais de 400 plantas. Outro amigo, o arquiteto Maurício Arruda, da Todos Arquitetura, cuidou da reforma e dos interiores – recém-entregue pela construtora, o imóvel, na Zona Oeste paulistana, nem sequer tinha piso.

“Escolhi um assoalho de canela. Como os ambientes são muito claros e envidraçados, a madeira dá uma aquecida”, fala Maurício. O arquiteto também tratou de aumentar um pouco a área interna e integrar a cozinha ao living, pois convidados não faltam. “A casa está sempre cheia. Pensamos em chamar quatro pessoas e, quando vemos, juntamos 30”, conta o dono. Se o tempo ajuda, eles abrem as portas de correr e transformam a sala, a cozinha e a varanda num ambiente só, no qual a turma se espalha e bate papo, enquanto o jantar fica pronto. Mas o apartamento também funciona bem nos dias a dois. “Adoramos sentar ao lado da parede verde para olhar a cidade e curtir o jardim. Volta e meia, surge uma florzinha entre aquelas folhagens todas, e daí a felicidade é total”, encanta-se o morador.

 (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

Banquinhos do mestre Fernando Rodrigues e da Carbono fazem par com a mesa antiga. Luminária Tatou T, de Patricia Urquiola. Vaso da Loja Teo.

 (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

Os bancos da Prototype são muito usados nas festas ao ar livre.

 (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

O jardim emoldura o pórtico existente na fachada do prédio. Como as portas de correr se recolhem para um mesmo lado, o verde praticamente entra na sala, decorada com um sofá que os proprietários já tinham. Almofadas da Codex Home, tapete da Phenicia Concept e poltrona Grand Repos (Micasa), de Antonio Citterio para a Vitra.

 (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

Design brasileiro e arte também encantam os moradores. A mesa Guaimbê (Estúdio Paulo Alves) foi combinada com as cadeiras Lucio (Dpot), de Sergio Rodrigues. Na parede, desenho de Kilian Glasner e obras de Pablo Picasso e Di Cavalcanti. A escultura (Galeria Lume) é de Florian Raiss.

 (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

A poltrona Mole, também de Sergio Rodrigues, forma um canto de estar no quarto.

 (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

As tábuas (Casulo Design) do piso sobem pela bancada no lavabo. O visual acetinado vem da cera usada como acabamento.

 (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

Este pilar marca o ponto onde a sala terminava antes da reforma. Os armários metálicos da cozinha são da Securit, e os bancos, da Scandinavia Designs.

 (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

O espaço entre a cabeceira e o armário acomoda uma bancada de trabalho – daí a luminária articulada (Onlight). Em primeiro plano, banco da Loja Teo. Enxoval da Cara de Casa.

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