Apê carioca com décor urbano e descolado

Com paredes cobertas de aço corten e ambientes integrados ao máximo, este apartamento ganhou um tom masculino

Com paredes cobertas de aço corten e ambientes integrados ao máximo, este apartamento ganhou um tom masculino À esquerda, poltrona Benjamin, de Sergio Rodrigues (Arquivo Contemporâneo). O tapete é da Squarefoot. Obras de arte da Quadra Galeria ocupam a parede, revestida de chapas de aço corten oxidado.

À esquerda, poltrona Benjamin, de Sergio Rodrigues (Arquivo Contemporâneo). O tapete é da Squarefoot. Obras de arte da Quadra Galeria ocupam a parede, revestida de chapas de aço corten oxidado. (André Nazareth/Revista CASA CLAUDIA)

Quando o engenheiro Guilherme decidiu reformar o apê no Jardim Botânico para deixá-lo do seu jeito, começou a procurar um arquiteto afinado com o estilo que imaginava.

Com paredes cobertas de aço corten e ambientes integrados ao máximo, este apartamento ganhou um tom masculino Entre a sala e o quarto, fotografa de Almir Reis. Sofá do Arquivo Contemporâneo (design de Jader Almeida), almofadas e manta de tricô da Trama Casa.

Entre a sala e o quarto, fotografa de Almir Reis. Sofá do Arquivo Contemporâneo (design de Jader Almeida), almofadas e manta de tricô da Trama Casa. (André Nazareth/Revista CASA CLAUDIA)

Com menos de 30 anos e prestes a morar sozinho pela primeira vez, ele sabia o que queria: transformar o espaço de 65 m², com dois quartos, num loft de estilo industrial. “Tudo clean e simples”, diz.

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Com paredes cobertas de aço corten e ambientes integrados ao máximo, este apartamento ganhou um tom masculino A integração da sala com a cozinha – toda coberta de ripas de freijó – foi completa. A mesa de jantar se encaixa na bancada de concreto. Cadeiras Rê (Fernando Mendes) e, no piso, composição de obras da Quadra Galeria.

A integração da sala com a cozinha – toda coberta de ripas de freijó – foi completa. A mesa de jantar se encaixa na bancada de concreto. Cadeiras Rê (Fernando Mendes) e, no piso, composição de obras da Quadra Galeria. (André Nazareth/Revista CASA CLAUDIA)

Pesquisando em revistas e com amigos, chegou ao nome de Sebastian Gomez e, logo na primeira conversa, teve a intuição de que o projeto daria certo. “Ele entendeu minhas ideias e deu ótimas sugestões. No final, até a roupa de cama me ajudou a escolher”, conta o morador.

Com paredes cobertas de aço corten e ambientes integrados ao máximo, este apartamento ganhou um tom masculino A mesinha (Arquivo Contemporâneo) serve de apoio ao sofá.

A mesinha (Arquivo Contemporâneo) serve de apoio ao sofá. (André Nazareth/Revista CASA CLAUDIA)

Fã de ambientes integrados, o arquiteto decidiu encarar o imóvel como uma folha em branco, pronta para ser desenhada. “O apartamento ficou no esqueleto”, conta.

Com paredes cobertas de aço corten e ambientes integrados ao máximo, este apartamento ganhou um tom masculino Na suíte, o painel de madeira vai de ponta a ponta e ganha estofado de couro na área da cabeceira. Almofadas e manta da Trama Casa.

Na suíte, o painel de madeira vai de ponta a ponta e ganha estofado de couro na área da cabeceira. Almofadas e manta da Trama Casa. (André Nazareth/Revista CASA CLAUDIA)

Ele sugeriu quebrar quase todas as paredes, trocar a cozinha de lugar, abrindo-a para a sala, e buscar a autenticidade por meio de materiais como aço corten, cimento e madeira.

Com paredes cobertas de aço corten e ambientes integrados ao máximo, este apartamento ganhou um tom masculino A bancada do banheiro foi moldada em cimento aparente. Torneira da Deca.

A bancada do banheiro foi moldada em cimento aparente. Torneira da Deca. (André Nazareth/Revista CASA CLAUDIA)

“Queria vestir os espaços com tons e texturas neutros, mas surpreendentes. E Guilherme embarcou na história”, afirma. Cada acabamento tem um propósito e desempenha um papel importante, setorizando as áreas.

Com paredes cobertas de aço corten e ambientes integrados ao máximo, este apartamento ganhou um tom masculino Na varanda, o jardim vertical (Horto das Palmeiras) traz o verde para dentro da sala. O arquiteto desenhou um banco de freijó (à esq.) para funcionar como guarda-corpo.

Na varanda, o jardim vertical (Horto das Palmeiras) traz o verde para dentro da sala. O arquiteto desenhou um banco de freijó (à esq.) para funcionar como guarda-corpo. (André Nazareth/Revista CASA CLAUDIA)

Ripas de freijó forram a cozinha, enquanto chapas de aço definem o estar. A parede branca separa a sala do quarto. E, no teto, réguas desenhadas no concreto dialogam com o piso de cimento queimado, o mesmo em todo o apê.

Com paredes cobertas de aço corten e ambientes integrados ao máximo, este apartamento ganhou um tom masculino Poltrona Bag, de Bruno Faucz, e mesa de centro Grampo, de Fernando Mendes. Luminária da Velha Bahia, tela e escultura da Quadra Galeria.

Poltrona Bag, de Bruno Faucz, e mesa de centro Grampo, de Fernando Mendes. Luminária da Velha Bahia, tela e escultura da Quadra Galeria. (André Nazareth/Revista CASA CLAUDIA)

“Com essa base definida, partimos para um mobiliário de design assinado e limpo. Depois, distribuímos cores mais fortes de modo pontual, nas obras de arte e nos tecidos. Elas foram o toque essencial para criar uma sensação acolhedora”, explica Sebastian.

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 (Divulgação/CASA CLAUDIA)

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