Apê de uma artista francesa no centro de São Paulo

Nathalie Morhange mora no centro da cidade, onde se sente na Europa: toma sol no terraço do apê e circula de bike pela região

O vermelho terroso destaca os quadros (o maior é de Mark Fletcher). Poltronas da Breton, mesa de centro da Bali Express, sofá da Tok & Stok, almofadas da Futon Company e cesto da Tidelli.

O vermelho terroso destaca os quadros (o maior é de Mark Fletcher). Poltronas da Breton, mesa de centro da Bali Express, sofá da Tok & Stok, almofadas da Futon Company e cesto da Tidelli. (Alain Brugier/Revista CASA CLAUDIA)

Bastaram cinco minutos aqui dentro para Nathalie Morhange decidir comprar o apê. “O terraço era enorme, tinha mais de 200 metros quadrados. Parecia uma casa no alto de um edifício”, lembra.

O móvel cheio de gavetinhas colocado no hall era de uma loja de componentes eletrônicos das redondezas.

O móvel cheio de gavetinhas colocado no hall era de uma loja de componentes eletrônicos das redondezas. (Alain Brugier/Revista CASA CLAUDIA)

Mas não foi só isso que fez a francesa se apaixonar: o endereço do prédio, em plena Avenida Rio Branco, no centro de São Paulo, também a encantou. “Estou pertinho do Sesc 24 de Maio, da Pinacoteca e de outros lugares que eu costumo visitar e aonde consigo ir a pé e de bicicleta. Amo essa rotina, muito parecida com o dia a dia na Europa”, diz.

A cozinha ocupa parte do antigo terraço. Azulejos que a moradora pintou e tijolos à vista garantem um clima aconchegante. Nathalie também customizou a mesa de jantar, que fazia par com o bufê.

A cozinha ocupa parte do antigo terraço. Azulejos que a moradora pintou e tijolos à vista garantem um clima aconchegante. Nathalie também customizou a mesa de jantar, que fazia par com o bufê. (Alain Brugier/Revista CASA CLAUDIA)

A bike é também o meio de transporte até o ateliê, no Bom Retiro (Nathalie trabalha com pinturas artísticas em paredes e móveis). Quando não está envolvida com alguma encomenda, ela curte ficar em casa, de preferência lendo e se bronzeando na varanda. “Instalei até um chuveiro ao ar livre para me refrescar”, fala.

O recamiê onde o avô paterno de Nathalie, Georges Morhange, fazia a sesta após o almoço veio num contêiner para o Brasil. Almofadas da L’Oeil. Obras de Sebastião Fonseca, Francisco Martins e Marcelo Cipis decoram a parede.

O recamiê onde o avô paterno de Nathalie, Georges Morhange, fazia a sesta após o almoço veio num contêiner para o Brasil. Almofadas da L’Oeil. Obras de Sebastião Fonseca, Francisco Martins e Marcelo Cipis decoram a parede. (Alain Brugier/Revista CASA CLAUDIA)

A área externa diminuiu um pouco depois da mudança dela – e da cachorrinha Lola e das gatas Mimi, Lili e Birita – para cá, mas não sem motivo: a artista achou melhor ampliar a sala e a cozinha, transformadas num mesmo ambiente.

À esquerda, o tapete de seagrass (Naturali) torna mais gostoso andar de pés descalços pelo banheiro. Uma porta de armário virou um espelho acima da pia. À direita, foi por causa do piso de caquinhos vermelhos que a moradora quis ficar com o apartamento. Lá no fundo aparece um pedaço do ateliê que a artista mantém em casa.

À esquerda, o tapete de seagrass (Naturali) torna mais gostoso andar de pés descalços pelo banheiro. Uma porta de armário virou um espelho acima da pia. À direita, foi por causa do piso de caquinhos vermelhos que a moradora quis ficar com o apartamento. Lá no fundo aparece um pedaço do ateliê que a artista mantém em casa. (Alain Brugier/Revista CASA CLAUDIA)

Assim, sobra espaço para chamar os muitos amigos que a moradora fez desde a vinda para o Brasil, 30 anos atrás. “Já cheguei a reunir 150 pessoas aqui. Adoro uma festa”, diz ela com a joie de vivre tipicamente francesa.

As portas de ferro (trabalho do serralheiro Evânio Santana) foram deixadas sem pintura para oxidarem
naturalmente. Mesa e cadeiras são da Secrets de Famille, e o paisagismo, de Mariana de Castilho Barbosa.

As portas de ferro (trabalho do serralheiro Evânio Santana) foram deixadas sem pintura para oxidarem
naturalmente. Mesa e cadeiras são da Secrets de Famille, e o paisagismo, de Mariana de Castilho Barbosa. (Alain Brugier/Revista CASA CLAUDIA)

 (Divulgação/CASA CLAUDIA)

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