Apê em São Paulo com décor feito de emoções

Depois da reforma, o apartamento paulistano, de 150 m2, ganhou espaço de sobra para expor o mobiliário e os objetos que contam a história do casal

À esquerda, escultura trazida de Nova York. À direita, presente de casamento, a poltrona Concha veio da Sala Design, loja da irmã de Bia. A luminária de chão é da Reka.

À esquerda, escultura trazida de Nova York. À direita, presente de casamento, a poltrona Concha veio da Sala Design, loja da irmã de Bia. A luminária de chão é da Reka. (Victor Affaro/Revista CASA CLAUDIA)

O principal elemento da decoração do apartamento de Bia Daidone e Paulo Cézar Castello Branco Filho é a memória. Em todo canto, há uma peça herdada, um objeto que remete à infância dos dois ou ainda lembranças das muitas viagens que o casal já fez.

A mesa de jogos e as cadeiras eram da mãe da moradora e ganharam um veludo azul-petróleo da JRJ. Garden seat da Ethnix, poltrona e banqueta do Studio Bergamin. Espelho redondo da Anthropologie e pinguim da Pair.

A mesa de jogos e as cadeiras eram da mãe da moradora e ganharam um veludo azul-petróleo da JRJ. Garden seat da Ethnix, poltrona e banqueta do Studio Bergamin. Espelho redondo da Anthropologie e pinguim da Pair. (Victor Affaro/Revista CASA CLAUDIA)

Dona de um olhar moderno e feminino, Bia, que é designer de joias, quis montar um décor afetivo, mas zero antiquado. “Os móveis, em sua maioria, estão na família há décadas. Usei soluções simples, como a troca dos tecidos, para repaginá-los. Fiz isso com as cadeiras da mesa de jogos e da sala de jantar”, explica.

À esquerda, apoiados no chão, os livros fazem as vezes de mesinha para o abajur (L’Oeil). À direita, junto à mesa de jogos, Bia e um de seus mascotes, o cãozinho Caetano.

À esquerda, apoiados no chão, os livros fazem as vezes de mesinha para o abajur (L’Oeil). À direita, junto à mesa de jogos, Bia e um de seus mascotes, o cãozinho Caetano. (Victor Affaro/Revista CASA CLAUDIA)

As transformações não ficaram apenas no mobiliário: uma gravura pintada pelo tio da moradora em 1979 virou um quadro de destaque no apê e o antúrio gigante do living – que tem mais de 40 anos – ganhou um cachepô moderno. “Essa planta pertenceu ao meu tio e depois à minha mãe. Transferi a espécie para um vaso com design mais atual e agora ela é a dona do espaço”, conta.

A cozinha tem piso cimentício (Miaki) e azulejos cor de rosa do tipo subway tile (Portobello).

A cozinha tem piso cimentício (Miaki) e azulejos cor de rosa do tipo subway tile (Portobello). (Victor Affaro/Revista CASA CLAUDIA)

A reforma do apartamento, comandada pela mãe de Bia e pelo engenheiro Ronaldo Favery, trouxe mais amplitude e unidade. “O piso cimentício é superprático. Decidimos colocá-lo em todos os espaços, até mesmo no banheiro”, conta a moradora. A integração da parte social era uma necessidade imediata, pois o casal adora armar festas com os amigos.

As mesas laterais de ferro (Ethnix) funcionam como apoio para o sofá (Lider Interiores). Em primeiro plano, a poltrona, original dos anos 1950, ganhou veludos verde e rosa da JRJ.

As mesas laterais de ferro (Ethnix) funcionam como apoio para o sofá (Lider Interiores). Em primeiro plano, a poltrona, original dos anos 1950, ganhou veludos verde e rosa da JRJ. (Victor Affaro/Revista CASA CLAUDIA)

Para aumentar o living, a cozinha diminuiu, mas ficou mais moderna com a instalação dos azulejos rosa-pastel. “Queríamos que tudo refletisse o nosso jeito. Por isso, não seguimos regras. Só o coração. Foi assim que ganhamos essa parede, com uma cor que foge do comum, e uma geladeira de bebidas escoltada por um pinguim de porcelana”, diz.

Ao redor da mesa, feita sob medida, as cadeiras antigas ganham um toque contemporâneo com o veludo da JRJ. As cerâmicas sobre o bufê vieram da Sala Design e da loja norte-americana Fishs Eddy.

Ao redor da mesa, feita sob medida, as cadeiras antigas ganham um toque contemporâneo com o veludo da JRJ. As cerâmicas sobre o bufê vieram da Sala Design e da loja norte-americana Fishs Eddy. (Victor Affaro/Revista CASA CLAUDIA)

O bicho fica na passagem entre a sala de jantar e a cozinha, sobre um tonel pintado de preto por Bia, e entrou no décor porque Paulo se encantou pela peça. “Ele a viu na vitrine de uma loja de roupas e fez uma oferta pela escultura, que nem estava à venda.” Vasos de plantas por todos os lados completam o clima de casa desejado por eles.

No quarto do casal, o quadro reúne santinhos que pertenceram ao avô de Bia.

No quarto do casal, o quadro reúne santinhos que pertenceram ao avô de Bia. (Victor Affaro/Revista CASA CLAUDIA)

 (Divulgação/CASA CLAUDIA)

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