Casa acolhedora em Nova Lima

Banhos de sol, caminhadas e leituras em meio à natureza inspiram os artistas da família desta casa, feita sob medida para acolher os desejos de cada um

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 (Jomar Bragança/Revista CASA CLAUDIA)

Recortado por montanhas, o horizonte desse condomínio de Nova Lima (MG) é fonte de inspiração e sossego para os moradores – a mãe designer de joias, o filho artista plástico e o pai engenheiro.

Na piscina, revestimento de pastilha Verde Macau (Jatobá). Na piscina, revestimento de pastilha Verde Macau (Jatobá).

Na piscina, revestimento de pastilha Verde Macau (Jatobá). (Jomar Bragança/Revista CASA CLAUDIA)

A fim de materializar o sonho de uma casa acolhedora, integrada às linhas irregulares da natureza, os proprietários buscaram a experiência e as boas ideias de David Guerra: profundo conhecedor da região, o arquiteto assina inúmeros projetos no local. “Eles são festivos, despojados e adoram a vida ao ar livre”, diz o profissional.

O sofá Chesterfeld e a mesa de centro Vila Nova, assinada por Paulo Alves, dominam a sala de estar. O sofá Chesterfeld e a mesa de centro Vila Nova, assinada por Paulo Alves, dominam a sala de estar.

O sofá Chesterfeld e a mesa de centro Vila Nova, assinada por Paulo Alves, dominam a sala de estar. (Jomar Bragança/)

“Feita sob medida para o trio, a proposta se vale das generosas aberturas e dos vários terraços para leituras e banhos de sol. Daí o nome Casa Terraço.” David tirou partido das varandas suspensas e dos planos inclinados dos telhados para criar um jogo de volumes na fachada.

Isolada da cozinha por uma porta de vidro, a sala de jantar traz mesa dos anos 1950, do acervo da família da moradora, aliada a cadeiras ADA, do Estudiobola. As telas são criação do filho Bruno. Isolada da cozinha por uma porta de vidro, a sala de jantar traz mesa dos anos 1950, do acervo da família da moradora, aliada a cadeiras ADA, do Estudiobola. As telas são criação do filho Bruno.

Isolada da cozinha por uma porta de vidro, a sala de jantar traz mesa dos anos 1950, do acervo da família da moradora, aliada a cadeiras ADA, do Estudiobola. As telas são criação do filho Bruno. (Jomar Bragança/)

No interior, prevalece o conceito de espaços integrados, iluminados pela claridade natural e com verde por todos os lados. Despojado, o décor mescla peças de madeira e tonalidades neutras.

A sala de TV tem sofá e mesa de centro de Sergio Rodrigues. No canto, poltrona Annette, de Jorge Zalszupin (Etel), e luminária de piso Urbano, da Tomada, empresa do filho Henrique. A sala de TV tem sofá e mesa de centro de Sergio Rodrigues. No canto, poltrona Annette, de Jorge Zalszupin (Etel), e luminária de piso Urbano, da Tomada, empresa do filho Henrique.

A sala de TV tem sofá e mesa de centro de Sergio Rodrigues. No canto, poltrona Annette, de Jorge Zalszupin (Etel), e luminária de piso Urbano, da Tomada, empresa do filho Henrique. (Jomar Bragança/Revista CASA CLAUDIA)

Além de quietude e conexão com a paisagem, a casa também abriga lembranças gostosas da família Cançado. São detalhes que permeiam todo o projeto, da escolha dos materiais naturais e tecnológicos da estrutura à decoração, marcada por obras criadas pelos filhos, o artista plástico Bruno, que vive com o casal, e o designer Henrique, autor de diversas luminárias, cuidadosamente distribuídas pelos ambientes.

Na cozinha, piso com patchwork de ladrilhos hidráulicos (Terratile). As banquetas são de Porfírio Valladares. Na cozinha, piso com patchwork de ladrilhos hidráulicos (Terratile). As banquetas são de Porfírio Valladares.

Na cozinha, piso com patchwork de ladrilhos hidráulicos (Terratile). As banquetas são de Porfírio Valladares. (Jomar Bragança/Revista CASA CLAUDIA)

Tudo misturado às peças cheias de memórias, claro. O mobiliário, por exemplo, reúne antiguidades herdadas da avó e da mãe da proprietária, além de itens contemporâneos assinados por nomes emblemáticos do design nacional. Até o piso e algumas paredes da área social foram revestidos de madeira de demolição trazida da antiga fazenda do pai.

No ateliê da designer, as portas se abrem para o jardim. No ateliê da designer, as portas se abrem para o jardim.

No ateliê da designer, as portas se abrem para o jardim. (Jomar Bragança/Revista CASA CLAUDIA)

Já as esculturas e os quadros revelam a preferência dos moradores por artistas brasileiros atuais. “O visual é definido pela multiplicidade de estilos, pois retrata as histórias pessoais de cada um”, conta David.

Destaque no quarto do casal, a colcha de crochê herdada da avó da proprietária se alia à roupa de cama da Trussardi. De Fernando Mendes, a mesa Janete (à dir.) apoia a luminária de mesa Função (Tomada). O tapete é um paquistanês mardan (Marie Camille). Destaque no quarto do casal, a colcha de crochê herdada da avó da proprietária se alia à roupa de cama da Trussardi. De Fernando Mendes, a mesa Janete (à dir.) apoia a luminária de mesa Função (Tomada). O tapete é um paquistanês mardan (Marie Camille).

Destaque no quarto do casal, a colcha de crochê herdada da avó da proprietária se alia à roupa de cama da Trussardi. De Fernando Mendes, a mesa Janete (à dir.) apoia a luminária de mesa Função (Tomada). O tapete é um paquistanês mardan (Marie Camille). (Jomar Bragança/Revista CASA CLAUDIA)

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