Casa de 312 m² planejada sob medida para uma família em SP

Aqui, cada centímetro foi pensado para caber na rotina e nos gostos dos moradores

Apaixonada por arte, a proprietária deu destaque à sua coleção e pendurou os quadros um a um. Sofá da L’Oeil e banco da Breton.

Apaixonada por arte, a proprietária deu destaque à sua coleção e pendurou os quadros um a um. Sofá da L’Oeil e banco da Breton. (Renato Navarro/Revista CASA CLAUDIA)

As artes plásticas são a paixão da administradora de empresas Isabel Amorim Sicherle. Seu marido, o advogado Camillo Sicherle, adora cozinhar e pescar. Os filhos ora estão na frente da TV, ora na internet. E nenhum dos quatro faz questão de andar de carro pela cidade.

O acervo de Isabel inclui desenhos de Djanira e Tarsila do Amaral, além de gravuras de Roberto Burle Marx. A combinação nesta parede propõe um mix bem dosado de obras coloridas e em preto e branco com diferentes molduras. A luminária sobre o aparador é da La Lampe.

O acervo de Isabel inclui desenhos de Djanira e Tarsila do Amaral, além de gravuras de Roberto Burle Marx. A combinação nesta parede propõe um mix bem dosado de obras coloridas e em preto e branco com diferentes molduras. A luminária sobre o aparador é da La Lampe. (Renato Navarro/Revista CASA CLAUDIA)

“Às vezes, queremos curtir coisas diferentes, então cada um pode aproveitar a casa do seu jeito”, diz ela. O dia a dia da família influenciou também a escolha do endereço – uma rua tranquila na Zona Oeste paulistana, bem próxima de grandes avenidas. “Era fundamental ter ônibus e metrô passando perto para facilitar a vida”, fala a moradora.

À esquerda, Vaso da Marché Art de Vie. À direita, cerâmicas de Kimi Nii decoram a mesa de jantar.

À esquerda, Vaso da Marché Art de Vie. À direita, cerâmicas de Kimi Nii decoram a mesa de jantar. (Renato Navarro/Revista CASA CLAUDIA)

E, já que o casal não pediu uma garagem (bastou uma vaga coberta, mais usada quando alguém chega com compras ou malas), sobrou espaço para um salão multiúso no subsolo. “O terreno é pequeno, então desenhamos três níveis, que somam 312 metros quadrados. No mais baixo ficam um estar com TV e um canto para guardar os acessórios de pesca do Camillo”, explica o arquiteto Henrique Reinach.

Cuidar do jardim também encanta o morador, que planejou a área externa com a ajuda de um jardineiro. Móveis soltos (os banquinhos são da Marché Art de Vie) e um banco fixo formam o estar na varanda.

Cuidar do jardim também encanta o morador, que planejou a área externa com a ajuda de um jardineiro. Móveis soltos (os banquinhos são da Marché Art de Vie) e um banco fixo formam o estar na varanda. (Renato Navarro/Revista CASA CLAUDIA)

Outro hobby do advogado, a culinária marcou presença na planta do térreo: a cozinha aberta torna mais gostosos os encontros em que ele prepara almoços ou jantares enquanto conversa com os amigos.

A mesa de jantar veio do endereço anterior da família. Ao fundo, a cozinha, território de Camillo. Sobre o bufê, vaso de Carol Gay e objetos de pedra-sabão do estúdio Alva Design (Dpot Objeto).

A mesa de jantar veio do endereço anterior da família. Ao fundo, a cozinha, território de Camillo. Sobre o bufê, vaso de Carol Gay e objetos de pedra-sabão do estúdio Alva Design (Dpot Objeto). (Renato Navarro/Revista CASA CLAUDIA)

“A casa tem tudo a ver com o momento de vida do Camillo, da Isabel e dos filhos, com o que realmente importa para a família agora. Todos os ambientes são bem aproveitados”, conta Henrique, sócio de Mauricio Mendonça no escritório Reinach Mendonça Arquitetos Associados.

Isabel trouxe de Paris o papel de parede colado no quarto. Mesinha e banqueta da Vermeil e enxoval da Trousseau.

Isabel trouxe de Paris o papel de parede colado no quarto. Mesinha e banqueta da Vermeil e enxoval da Trousseau. (Renato Navarro/Revista CASA CLAUDIA)

Esse espírito se reflete também na decoração, de pegada mais afetiva. “Não nos preocupamos em comprar peças caras nem tudo novo. Vários itens aqui nos acompanham há anos”, diz Isabel.

Este outro canto de bate-papo reúne poltrona, cesto e manta da Amoreira, pufe da Dpot Objeto e almofadas da Codex Home (sobre o sofá).

Este outro canto de bate-papo reúne poltrona, cesto e manta da Amoreira, pufe da Dpot Objeto e almofadas da Codex Home (sobre o sofá). (Renato Navarro/Revista CASA CLAUDIA)

Com olho bom para combinações, ela mesma decidiu onde colocar móveis, objetos, tapetes e quadros na época da mudança. E ainda não parou. “Gosto de trocar as coisas, arrumar aos poucos. A casa nunca fica pronta de verdade, né? Ela muda, assim como nós”, conclui.

 (Divulgação/CASA CLAUDIA)

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