Casa paulistana prova o poder da cor

Vermelho, amarelo e outras tonalidades de impacto marcam presença nesta casa que, mesmo tão colorida, se mantém fel à sua essência, simples e básica

À esquerda, no lado maior da fachada, o vidro foi usado em versão translúcida – quando a noite chega, ele se torna opaco e traz privacidade. “Busco sempre surpreender”, afirma Rodrigo. E ninguém duvida que ele consegue. (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

O gosto por tons marcantes parece estar no DNA dos Ohtake – basta olhar as telas e esculturas criadas por Tomie e os prédios desenhados por Ruy. “Crescer perto deles certamente me influenciou”, conta Rodrigo Ohtake, neto da artista plástica e arquiteto como o pai.

A parede vibrante realça a escada metálica. Sofá da Ovo. (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

Fruto da genética ou da convivência, a afinidade também aparece nos trabalhos que ele assina, como esta casa de 160 m² em São Paulo.

À esquerda, placas de vidro laminado amarelo (Cebrace, fornecidas pela Ancar Vidros) filtram a luz no mezanino. À direita, no corredor dos quartos, mais um toque de criatividade do arquiteto: ele assina o design da estante (fabricada pela Rasa Estruturas Metálicas). (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

“Quando bem usada, a cor nos faz querer ficar mais tempo no ambiente”, diz. Sorte que a moradora concorda e topou misturar parede amarela com piso vermelho e portão azul.

Na cozinha integrada, branco e vermelho se complementam. Cadeira da Futon Company, mesa da Carbono, luminária e objetos da Marché Art de Vie. (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

Mas, longe de ficar excessiva, a combinação de tons primários com branco e preto reforçou a simplicidade do projeto, pois ressalta o traço limpo de Rodrigo.

A laje de concreto aparente dá um ar ainda mais despojado ao projeto. As peças sobre a mesa de jantar são da Dpot, e a foto na parede, de Cristiano Mascaro. (Evelyn Müller/Revista CASA CLAUDIA)

Outra boa aposta foi nos vidros, que aparecem incolores, reflexivos, translúcidos e, claro, coloridos. “Por causa deles, a casa muda completamente conforme a hora do dia. Acho isso muito bacana”, fala o arquiteto, que encontrou um jeito de ser básico e também cool.

(Divulgação/CASA CLAUDIA)

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