Muito branco e luz natural formam a receita de sucesso do apê

Este apartamento ganhou paredes brancas e mais luz para se tornar o refúgio de um cineasta

No estar, sofá desenhado pela Triart Arquitetura e balanço Sela, do Decarvalho Atelier. Ao fundo, tela de Marco Gianotti, banco de Gustavo Bittencourt e vasos da Orbi Brasil. Tapete da By Kamy. A bandeja, o bule e a obra de bronze Pipoca, de Adriano Baruffi, são da Dpot Objeto.

No estar, sofá desenhado pela Triart Arquitetura e balanço Sela, do Decarvalho Atelier. Ao fundo, tela de Marco Gianotti, banco de Gustavo Bittencourt e vasos da Orbi Brasil. Tapete da By Kamy. A bandeja, o bule e a obra de bronze Pipoca, de Adriano Baruffi, são da Dpot Objeto. (Renato Navarro/Revista CASA CLAUDIA)

Pelas grandes janelas, entra uma gostosa luz da manhã, que se reflete nas paredes. A vista é o jardim, a copa das árvores. Enquanto isso, há silêncio na rua, ainda que uma das avenidas mais movimentadas de São Paulo fique a poucas quadras dali. É possível até sentir uma brisa fresca. “Às vezes, tenho a impressão de estar diante de um bosque”, conta Marcelo Brennand, o morador deste apartamento no primeiro andar. Cineasta nascido no Recife, tipo de pessoa que valoriza cada minuto de luz natural, ele caiu de amores pelo apê graças à claridade, que invade os 190 m² de área. Porém o visual era bem diferente: as paredes escuras diminuíam o potencial do espaço. Usar tinta branca para ampliar a luminosidade foi uma das primeiras decisões da reforma comandada por André Bacalov, Kika Mattos e Marcela Penteado, sócios na Triart Arquitetura. Os ambientes também ganharam vigas de concreto aparente – o complemento ideal para o mármore mesclado que revestia o imóvel.

“O piso é lindo, e não quisemos abrir mão dele”, diz Kika. “Mas procuramos evitar que o espaço ficasse clássico demais. Por isso, optamos por paredes claras, além de tapetes e móveis de linhas modernas e cores neutras”, explica. O projeto ficou com um estilo clean e cara de loft nova-iorquino, como desejava o morador, o que valorizou as obras de arte. Os únicos pontos vibrantes vêm dos quadros da coleção de Marcelo, acervo que reúne artistas contemporâneos paulistas e nordestinos. Uma das telas, de Marco Gianotti, foi centralizada na parede de tijolos e hoje traz profundidade ao living. “Quase todas as obras vieram da minha antiga casa e, felizmente, couberam bem aqui. Elas aquecem o todo, assim como o mobiliário”, diz o cineasta. De vez em quando, ele troca os móveis de lugar em busca da configuração ideal do espaço, principalmente da sala de estar, onde gosta de passar a maior parte do tempo. Ali, além de colocar a leitura em dia, ele desce o telão (apesar de ter uma TV, prefere a imagem maior) e assiste a maratonas de filmes e séries bem acomodado no sofá modular. Isso à noite, claro, quando o Sol já se pôs e fica permitido fechar as venezianas sem receio de desperdiçar a vista e a boa luz.

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